quarta-feira, 25 de maio de 2011

9º Encontro de Arqueologia do Algarve

É com prazer que se anuncia, que o 9º Encontro de Arqueologia do Algarve terá este ano lugar nos dias 20, 21 e 22 de Outubro, na Fissul em Silves.

Trata-se de uma iniciativa da Câmara Municipal de Silves, que conta com a colaboração da Universidade do Algarve, Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico,IP e Direcção Regional de Cultura do Algarve.

O evento assume novamente o seu formato regular objectivando-se na apresentação de comunicações e posters resultantes de trabalhos arqueológicos (de campo ou estudos) ocorridos na ou sobre a região do Algarve no biénio de 2010/2011.

Desta forma, aceitam-se propostas de comunicações e posters até ao dia 24 de Junho. A(s) proposta(s) deve(m) conter:
- o nome do autor(es),
- o tipo de apresentação pretendida (comunicação/poster),
- o título e
- um resumo que não exceda os 2500 caracteres.

Esclarecimentos adicionais poderão ser solicitados, através dos seguintes contactos:
Sector de Arqueologia da Divisão de Património Histórico-Arqueológico e Museus
Câmara Municipal de Silves, Praça do Município, 8300-117 Silves
Email: maria.gonçalves@cm-silves.pt
Telefone directo : 282444100

Göbekli Tepe

The Birth of Religion

We used to think agriculture gave rise to cities and later to writing, art, and religion. Now the world’s oldest temple suggests the urge to worship sparked civilization.

By Charles C. Mann
Photograph by Vincent J. Musi


Notícia em nationalgeographic

terça-feira, 24 de maio de 2011

Uma vitória...

Participação da arqueóloga Leonor Medeiros na Final do FameLab, que venceu. Em menos de três minutos, como a arqueologia pode ajudar a contar a história de um crime com 5000 anos e de uma ida à praia algumas horas atrás.

"Indústria Lítica - Aplicação prática"

domingo, 15 de maio de 2011

JIA, o rescaldo...


AGRADECIMENTOS…

À nossa casa, UNIVERSIDADE DO ALGARVE, pelo apoio incondicional e pela cedência do autocarro;
À nossa FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS pelo apoio contabilístico;
À FACULDADE DE ECONOMIA e ex FERN pela cedência das salas e auditórios;
A todos os patrocinadores pelo apoio logístico;
À OrJIA e ao ESTRAT JOVE por todo apoio e incentivo à realização destas jornadas em Portugal;
Ao professor NUNO BICHO, pelo apoio incondicional e por acreditar em nós;
Ao TELMO PEREIRA, por todo o trabalho realizado, nomeadamente com a feira do livro;
A todos os técnicos de som dos auditórios;
Ao senhor condutor do autocarro, pela paciência e amabilidade;
A todos os participantes, coordenadores, oradores e posters presentes, o nosso muito obrigado!

E por último, mas não menos importante, a todo o STAFF, todos os nossos meninos, carinhosamente apelidados de “putos”, que trabalharam arduamente não dó durante as jornadas, mas também na sua organização. Sem vocês não teria sido possível! Muito obrigado.

Por fim, a todos nós… Foram muitos dias sem dormir, muito trabalho, que resultou em três dias de umas excelentes jornadas, com muitos trabalhos, discussões, sessões, mesas redondas e troca de ideias… VALEU A PENA!!!

Até para o ano em SANTIGO DE COMPOSTELA…









Pedimos a todos os que tenham fotografias do JIA 2011 (FARO) que enviem para nap.ualg@gmail.com. Obrigado.
Dentro em breve, as fotografias estão disponíveis para download.

Pedimos a todos los que tienen fotografías del JIA de 2011 (FARO) para enviar a nap.ualg@gmail.com. Gracias. 
Pronto, las fotografías están disponibles para su descarga.

We ask all who have photographs of the JIA 2011 (FARO) to send to nap.ualg@gmail.com. Thanks. 
Soon, the photographs are available for download.

terça-feira, 10 de maio de 2011

JIA 2011...


Após o sucesso indiscutível das edições anteriores em Madrid (2008 e 2009) e Barcelona (2010), as IV Jornadas de Jovens em Investigação Arqueológica - JIA 2011 terão lugar no Campus de Gambelas da Universidade do Algarve, Faro, entre os dias 11 e 14 de Maio de 2011.
Esta será a primeira vez que as jornadas se realizarão em território português, fruto de uma iniciativa do Núcleo de Arqueologia e Paleoecologia (NAP) da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da UAlg.

O JIA é um evento científico realizado por e para jovens investigadores (não doutorados) em Arqueologia. A sua linha estrutural passa sobretudo pela exposição e debate de temas de investigação actuais e amplos, pretendendo, desta forma, fomentar o espírito científico no seio da comunidade de jovens arqueólogos; divulgar e debater trabalhos de investigação sobre um alargado leque de problemáticas; e facilitar o contacto e cooperação entre os diversos investigadores, de modo a criar grupos de investigação amplos e interdisciplinares.

A edição de 2011 manterá o molde aplicado nos anos anteriores, com quatro dias de congresso, com um total de doze sessões temáticas de comunicações orais (duas sessões paralelas por cada manhã e por cada tarde) e uma sessão de posters. As sessões orais abrangerão, tal como nos anos anteriores, apenas temas específicos, propostos pelos coordenadores de cada uma delas, enquanto que a sessão de posters contará com a contribuição de temáticas livres e terá um horário específico dentro do programa com o objectivo de permitir uma maior interacção entre os autores de cada poster e os restantes participantes. No quarto e último dia das jornadas, como vem sendo tradição, está agendada uma saída de campo com visita a alguns dos sítios arqueológicos mais emblemáticos da região algarvia.

Quanto a novidades, o JIA 2011 contará com dois novos espaços na estrutura do evento: uma área dedicada à venda de publicações de Arqueologia e disciplinas relacionadas; e um espaço de publicitação de oportunidades de trabalho, bolsas e estágios. Ambos pretendem, naquele que é um dos poucos eventos totalmente dedicado a jovens investigadores, dar continuidade ao esforço de tornar as jornadas JIA num ponto de encontro e de aprendizagem a nível internacional.

A comissão Organizadora e o Comité Científico sentem-se honrados, desde já, em convidar a comunidade de jovens arqueólogos a participarem nas IV Jornadas de Jovens em Investigação Arqueológica.

É JÁ AMANHÃ... ESPERAMOS POR TI!!!

sábado, 7 de maio de 2011

HEIDELBERG MAN LINKS HUMANS, NEANDERTHALS

While many eyes are on Heidelberg Man as being the likely common
ancestor  to Neanderthals and our species, the jury is still out as to
where that pivotal evolution took place. Silvana Condemi
The last common ancestor of humans and Neanderthals was a tall, well-traveled species called Heidelberg Man, according to a new PLoS One study.

The determination is based on the remains of a single Heidelberg Man (Homo heidelbergensis) known as "Ceprano," named after the town near Rome, Italy, where his fossil -- a partial cranium -- was found.

Previously, this 400,000-year-old fossil was thought to represent a new species of human, Homo cepranensis. The latest study, however, identifies Ceprano as being an archaic member of Homo heidelbergensis.


The finding may shed light on what the species that gave rise to both Neanderthals and Homo sapiens looked like.

"Considering other fossils that can be lumped together with Ceprano in H. heidelbergensis, we can hypothesize that the 'Ceprano-morphotype' was tall, with a strong mandible (jaw) and small teeth," coauthor Silvana Condemi told Discovery News.

Condemi is the Director of Research at the National Center of Scientific Research (CNRS) in the laboratory of anthropology at the University of Marseille, where she directs the unit of paleoanthropology.

For the study, she and colleagues Aurelien Mounier and Giorgio Manzi compared Ceprano with 42 fossils from Africa and Eurasia ranging from 1.8 million to 12,000 years ago. The scientists also compared Ceprano to 68 modern humans. The sample set is the most extensive ever assembled in relation to the ancient Italian fossil.

In addition to identifying Ceprano as a Heidelberg Man, the analysis found notable similarities with other human-associated fossils from Europe dating to the Middle Pleistocene 781,000 to 126,000 years ago. Connections were also made to early human fossils from Africa. The researchers therefore believe that Homo heidelbergensis was widespread, dispersing throughout Eurasia and Africa beginning around 780,000 years ago.

Good weather may have permitted Heidelberg Man's worldly lifestyle.

"We can hypothesize that particular environmental conditions during the Middle Pleistocene may have favored the expansion of H. heidelbergensis and contacts between populations," explained Condemi, who is also the co-editor of the new book Continuity and Discontinuity in the Peopling of Europe (Springer, 2011). "The gene flow was never completely stopped between Old World populations."

Paleontologist Chris Stringer of the Natural History Museum, London, told Discovery News that he agrees with most of the new study's conclusions.

"I have long argued that Homo heidelbergensis represented our common ancestor with the Neanderthals about 400,000 years ago, and the Ceprano fossil, with its newly-determined late date, is well-situated chronologically to be part of this common ancestral group," Stringer said.

"However, it is quite a primitive specimen in several respects and therefore it may be that, like some other samples of heidelbergensis in Africa and Europe, it does not represent the actual last ancestral population," Stringer added.

"In my view, we still do not know where that particular population existed," he explained, "and it may even have lived in a place from which we have very little evidence at present, such as western Asia."

Ian Tattersall, curator of anthropology at the American Museum of Natural History, told Discovery News that he agrees Ceprano has been "appropriately assigned to the cosmopolitan species Homo heidelbergensis. But in Europe this species is contemporaneous with the lineage leading to Homo neanderthalensis."

If Homo heidelbergensis did arrive before modern humans, "it must thus have been via an earlier, presumably African, representative of the species," Tattersall explained.

While many eyes are on Heidelberg Man as being the likely common ancestor to Neanderthals and our species, the jury is still out as to where that pivotal evolution took place.

Anthropologist Eric Delson of Lehman College, The City University of New York, thinks the new study is "very interesting and takes a good approach," but he believes additional research is needed to elucidate exactly when, where and how Neanderthals and modern humans originated.