In National Geographic Magazine, edição portuguesa, Julho 2012
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terça-feira, 31 de julho de 2012
Colonização tardia. O saca-rabos
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quinta-feira, 21 de junho de 2012
Sepultura de cão mais antiga do Sul da Europa foi encontrada em Portugal e tinha 7600 anos
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| O cão foi sepultado nos amontoados de conchas deixados pelos caçadores-recolectores (José Paulo Ruas) |
Agora não só as datações feitas com amostras das costelas, na Universidade de Oxford, no Reino Unido, determinaram a idade do esqueleto do cão, como as análises realizadas permitiram concluir que a dieta do animal incluía 25% de proteínas de origem marinha — o que provavelmente reflecte a alimentação dos seus donos, refere um comunicado da Universidade de Lisboa.
Dirigida por Mariana Diniz, do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa, e Pablo Arias, da Universidade de Cantábria, a escavação resulta do projecto Sado-Meso, que se centra nos concheiros naquele estuário. Estes amontoados de conchas, deixados pelos últimos caçadores-recolectores, no Mesolítico, são restos da alimentação que retiravam do Sado.
Ora foi precisamente num desses concheiros, o de Poças de São Bento, que a equipa descobriu a sepultura do cão. Existe um cão mais antigo do que este: encontrado nos concheiros de Muge, no concelho de Salvaterra de Magos, e exposto no Museu Geológico em Lisboa, a datação por radiocarbono conclui que tinha 8000 anos. A diferença é que o cão do Sado foi descoberto claramente numa sepultura, que foi documentada numa escavação, enquanto para o cão de Muge, encontrado no século XIX, já não pode dizer-se o mesmo, pois não existe esse registo.
“A datação confirma que os caçadores-recolectores mesolíticos da Península Ibérica praticavam a inumação de cães em necrópoles, uma prática conhecida no Norte da Europa, mas que até agora não estava documentada, durante trabalhos de escavação, no Sul do continente”, refere o comunicado sobre o cão do Sado. “O caso de Poças de São Bento é também interessante porque está cronologicamente próximo da chegada da agricultura a esta zona da Península Ibérica.”
Levado num bloco parcialmente por escavar para o Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa, o cão do Sado está agora dentro de uma caixa. Até ao final do ano, deverá ser organizada uma conferência científica e uma exposição sobre este companheiro dos humanos.
In Público
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quinta-feira, 17 de maio de 2012
An antler sickle from the Neolithic site of Costamar at Cabanes (Castellón) on the Mediterranean Spanish coast
Enric Flors, Juan F. Gibaja, Juan José Ibáñez & Domingo C. Salazar-García
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Figure 1. Location of Costamar on the
Mediterranean coast of Spain.
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Introduction
Archaeological excavations at the settlement of Costamar (Figure 1) between 2006 and 2008 by the Fundació Marina d'Or uncovered an area of 57 905m² containing 683 archaeological features belonging to Neolithic, Bronze Age, Iberian, Roman, Islamic, late medieval, modern and contemporary times.
The Neolithic features belong to two phases (Figure 2). The first, with 203 storage pits, is characterised by the presence of pottery with incised-impressed decoration combined with plastic decoration and pigmentation with red ochre. One outstanding nearly complete vessel is decorated with an anthropomorphic motif (Figure 3). This phase has been dated by a cattle bone (Bos Taurus) to 5996±38 (4990–4790 cal BC at 2σ) and by a grain of barley (Hordeum sp.) to 5965±25 BP (4933–4786 cal BC at 2σ). The second phase is represented by two pits and 69 other negative features, with a radiocarbon determination for a secondary burial in Structure GE 90 of 4095±28 (2860–2500 cal BC at 2σ). A further 116 features with sparse finds have been attributed to the Neolithic, although it was not possible to assign them to either of the two phases, while another 118 features yielded no finds and have been classified as indeterminate.
An antler sickle found in a pit of the first Neolithic phase, an exceptional find as few examples are known from Europe (Flors 2010), forms the subject of this short note.
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| Figure 3. Neolithic pottery decorated with an anthropomorphic motif. |
The sickle
A red deer antler sickle was found in Structure GE 398-651 (Figure 4), on the base of a circular pit with diameters of 1.08m and 0.79m at its opening and base respectively, and a depth of 0.31m. The sickle was found together with five undecorated base sherds of a recipient with red ochre remains on its outer surface (Figure 5). The vessel surface treatment is reminiscent of the combing technique seen at other sites in eastern Iberia in the transition period from the sixth to fifth millennium cal BC.
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| Figure 4. The sickle at the time of discovery in pit GE 398-651. |
The sickle would have been used by holding it at the proximal end, gathering up the stalks with the transversal antler point and holding them in the other hand. At this stage, the sickle would have been turned 90°, so that the stalks could be cut with the blade hafted in the sickle. The analysis of use-wear marks on the Costamar sickle has revealed that the internal face of the distal antler point is intensely polished by friction, presumably when the stalks were gathered up.
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| Figure 5. Potsherd found in pit GE 398-651. |
The Costamar sickle is a significant find in the context of harvesting technology in the Neolithic. The parallels at the site of La Draga and the documentation of flint blades used as oblique insertions in south-east France and the centre-northeast of the Iberian Peninsula suggest that this model of sickle was used over a wide area of the western Mediterranean basin in the early Neolithic (Ibáñez et al. 2008).
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| Figure 6. The antler sickle, with detail of haft. |
Acknowledgments
The sickle has been studied within the framework of the projects of the Spanish Ministerio de Ciencia y Innovación (HAR2011-23149) and the European Research Council (ERC-AdG-230561) .
References
- BOSCH, A., J. CHINCHILLA & J. TARRÚS. 2006. Els objectes de fusta del poblat neolític de La Draga. Excavacions 1995–2005(Monografies del Centre d'Arqueologia Subaquàtica de Catalunya 6). Girona: Museu d'Arqueologia de Catalunya.
- FLORS, E. 2010. Torre la Sal (Ribera de Cabanes, Castellón). Evolución del paisaje antrópico desde la prehistoria hasta el medioevo(Monografies de Prehistòria i Arqueologia Castellonenques 8). Castelló de la Plana: SIAP, Diputació de Castelló.
- IBÁÑEZ, J.J., J.E. GONZÁLEZ, J.F. GIBAJA, A. RODRÍGUEZ, B. MÁRQUEZ, B. GASSIN & I. CLEMENTE. 2008. Harvesting in the Neolithic: characteristics and spread of early agriculture in the Iberian peninsula, in L. Longo and N. Skakun (ed.) Prehistoric technology 40 years later: functional analysis and the Russian legacy (British Archaeological Reports international series 1783): 183–95. Oxford: Archaeopress.
- PALOMO, A., J.F. GIBAJA, R. PIQUÉ, A. BOSCH, A. CHINCHILLA & J TARRÚS. 2011. Harvesting cereals and other plants in Neolithic Iberia: the assemblage from the lake settlement at La Draga. Antiquity 85: 759–71.
Authors
*Author for correspondence
- Enric Flors, Fundació Marina d'Or de la Comunitat Valenciana, ARX. Arxivística i Arqueologia S.L., Castellón, Spain
- Juan F. Gibaja*, CSIC–IMF, Department of Archaeology and Anthropology, C/Egipciaques, 15, Barcelona 08001, Spain (Email: jfgibaja@imf.csic.es)
- Juan José Ibáñez, CSIC–IMF, Department of Archaeology and Anthropology, C/Egipciaques, 15, Barcelona 08001, Spain
- Domingo C. Salazar-García, Department of Human Evolution, Max-Planck Institute for Evolutionary Anthropology, Deutscher Platz 6, 04103 Leipzig, Germany
Mais em antiquity.ac.uk/
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quinta-feira, 29 de março de 2012
Seminario de Estudio de Materiales líticos y restos faunísticos - Abric Pizarro 2012
Entre los días 11 y 30 de junio de 2012 se llevará acabo un seminario de estudio de materiales líticos y restos faunísticos del yacimiento de Paleolítico medio Abric Pizarro (Vilamajor, Àger).
Los interesad@s en participar en este seminario deben ponerse en contacto vía e-mail adjuntando currículum arqueológico y breve explicación de las motivaciones para asistir a este seminario. Asimismo debe indicarse el interés por participar en el análisis de material lítico o de los restos faunísticos. Es recomendable tener experiencia en el tratamiento de material lítico o faunístico, aunque no es imprescindible para poder participar.
Para más información:
Interesad@s ponerse en contacto con:
Susana Vega Bolivar
Centre d'Estudis del Patrimoni Arqueològic de la Prehistòria
CEPAP-UAB
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segunda-feira, 5 de março de 2012
The European Aurochs: an archaeological investigation of its evolution, morphological variability and response to human exploitation
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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Livro de Resumos ZAP2012
Caros Colegas
O livro de resumos do ZAP2012 já se encontra disponível no site da
Uniarq.
Relembramos ainda que as inscrições para o ZAP deverão ser efectuadas até
ao final do mês.
Com os melhores cumprimentos
Comissão Organizadora
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Arqueologia ao Sul
Uma vez mais vimos anunciar mais uma Conferência Arqueologia ao Sul,
organizada pelo NAP - Núcleo de Arqueologia e Paleoecologia da
universidade do Algarve.
Desta feita a comunicação vai ser proferida por Lizzie Wright, que se
encontra a fazer o seu Doutoramento na Universidade de Sheffield. A conferência realizar-se-à, pelas 16h00 do dia 5 de Março, no
edificio 1 (FCHS) da Universidade do Algarve, Campusa de Gambelas, ma
sala 2.35.
The European Aurochs: an archaeological investigation of its evolution, morphological variability and response to human exploitation Throughout European prehistory (and beyond), the aurochs (Bos primigenius) was an extremely important animal to humans. Not only was it frequently hunted, but it is also generally agreed to be the wild ancestor of domesticated cattle (Bos taurus). Despite the importance of the aurochs, we have little idea of the range of its morphological variation, as work in this area has been patchy. Extensive morphometric studies of other important wild species in European prehistory, such as reindeer and wild boar, has shown variation that could be linked to climatic, environmental, and geographic factors, as well as patterns of human exploitation. This talk will introduce my PhD project, which aims to provide a wide-ranging study of aurochs variation across Europe from the Upper Pleistocene until its extinction. It is hoped that this research will not only provide a picture of change in response to factors such as climate change and geographical isolation, but will also aid the identification of wild and domestic cattle, and therefore will be of benefit to studies looking at the origins of cattle domestication.
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Introdução à Zooarqueologia
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Ancient Domesticated Dog Skull Found in Siberian Cave: 33,000 Years Old
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| The 33,000-year-old skull of a domesticated dog was extraordinarily well preserved in the Razboinichya cave in the Altai Mountains of Siberia. (Credit: Image courtesy of Greg Hodgins) |
ScienceDaily (Jan. 23, 2012) — A 33,000-year-old dog skull unearthed in a Siberian mountain cave presents some of the oldest known evidence of dog domestication and, together with an equally ancient find in a cave in Belgium, indicates that modern dogs may be descended from multiple ancestors.
More um sciencedaily.com
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Ciclo de Conferências, Arqueologia ao Sul
O Núcleo de Arqueologia e Paleoecologia da Universidade do Algarve vem anúnciar mais uma conferência "Arqueologia ao Sul", desta vez por Angela Perri (PhD Student, Durham University, UK) com o tema: "Dog the hunter: climate changes, hunting adaptations and dog burials in prehistory". Esta conferência realizar-se-á no dia 26 de Janeiro de 2012 pelas 16h00, no edificio 1 (FCHS, Campus de Gambelas, na sala 2.35).
sábado, 17 de dezembro de 2011
ZaP 2012 - Congresso Internacional de Zooarqueologia em Portugal
O objectivo desta conferência é promover a comunicação entre investigadores interessados no tema da Zooarqueologia e divulgar junto da Comunidade Arqueológica o trabalho realizado ao longo dos últimos anos.
A Zooarqueologia em Portugal tem-se desenvolvido lentamente, recorrendo muitas vezes a esforços individuais e, mais recentemente, com apoios institucionais, como é o caso do Laboratório de Arqueociências do Igespar. Espera-se que com este evento se consiga um renovar de esforços e transmitir mais relevância a uma área de profundo interesse para a Arqueologia.
Os temas debatidos nesta conferência passam por análises zooarqueológicas de conjuntos de sítios arqueológicos ou de análise mais ampla e comparativa, e por questões mais específicas, de âmbito metodológico, tafonómico, osteometria e ainda de ADN antigo de animais.
Mais informações em ZAP 2012
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terça-feira, 29 de novembro de 2011
Descobertas revelam que humanos já pescavam há 42 mil anos
38 mil ossos fossilizados encontrados em Timor-Leste
In Ciência Hoje 2011-11-25
Descobertas arqueológicas em Timor-Leste revelaram que a pesca ao anzol começou há 42 mil anos, muito antes daquilo que se supunha, segundo um estudo divulgado na revista «NewScientist».
Já se sabia que o mar aberto não era um obstáculo na era do Plistoceno e que os humanos terão cruzado centenas de quilómetros de oceano para chegar à Austrália há 50 mil anos. No entanto, embora nessa altura já se apanhasse marisco há 100 mil anos, as primeiras provas de pesca com anzol ou arpão surgem muito mais tarde, há pelo menos 12 mil anos.
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| Imagen de los anzuelos más antiguos jamás encontrados Science |
Em escavações na caverna de Jerimalai, em Timor-Leste, os investigadores encontraram 38 mil ossos de peixes fossilizados, pertencentes a espécies como atum ou peixe-papagaio, que só se encontram a grandes profundidades. A datação por rádiocarbono revelou que os ossos mais antigos datavam de há 42 mil anos.
Além dos ossos, os cientistas descobriram um anzol feito a partir de uma concha, que a equipa datou de entre 16 e 23 mil anos atrás. "É o mais antigo exemplo de um anzol de pesca", disse Sue O'Connor.
Sandra Bowdler, da Universidade da Austrália Ocidental, em Perth, que não esteve envolvida no estudo, acredita que os seres humanos que viviam em Timor-Leste há 42 mil anos tinham técnicas de pesca muito desenvolvidas. "Nesta altura, os humanos modernos teriam as mesmas capacidades do que temos hoje", disse.
Timor-Leste tem poucos animais terrestres de grande porte, por isso os colonizadores teriam de ter técnicas de pesca altamente desenvolvidas para sobreviver. "A necessidade é a mãe da invenção", disse O'Connor. "Além de ratos e morcegos, não há ali mais nada para comer", acrescentou.
No entanto, estas descobertas não significam que a pesca tenha começado na região. Naquela altura, os níveis do mar eram entre 60 e 70 metros mais baixos do que hoje, pelo que quaisquer provas de ocupação humana que estivessem na costa de então - e não no alto de falésias costeiras, como terá sido o caso de Jerimalai - estão hoje submersas.
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segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Arqueologia ao Sul
Decorreu no passado dia 10 de Novembro mais uma conferência do ciclo "Arqueologia ao Sul" proferida David Gonçalves "Avanços Recentes na Análise de Ossos Queimados e sua Contribuição para
a Investigação Arqueológica".
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sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Relembrando National Geographic deste mês...
Na National Geographic deste mês:
- um trabalho sobre novas descobertas nos Concheiros de Muge. Escavações coordenadas pelo Prof. Nuno Bicho (Universidade do Algarve)
- Leopardo de Porto de Mós uma descoberta de João Luís Cardoso (Universidade Aberta) e Frederico Regala (Associação de Estudos Subterrâneos e Defesa do Ambiente)
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Arqueologia ao Sul - Ciclo de conferências
O NAP - Núcleo de Arqueologia e Paleoecologia da Universidade do Algarve vem anunciar mais uma das suas conferências Arqueologia ao Sul desta feita com o tema: "Avanços Recentes na Análise de Ossos Queimados e sua Contribuição para a Investigação Arqueológica", por David Gonçalves
O contributo da Antropologia Biológica é fundamental para o estudo das populações do passado. As informações extraídas a partir do esqueleto contribuem para um melhor conhecimento dos nossos antepassados tanto ao nível biológico e demográfico como ao nível das suas práticas funerárias. Entre estas, a cremação é porventura aquela que oferece um maior desafio à capacidade de análise bioarqueológica devido à elevada fragmentação dos ossos e às alterações térmico-induzidas que interferem seriamente com a fiabilidade das técnicas convencionalmente utilizadas pela Antropologia Biológica. Na presente comunicação, irão ser apresentadas novas metodologias de determinação do sexo e de reconstrução do gesto funerário a partir de restos humanos queimados. Este conjunto metodológico oferece agora novas perspectivas de investigação das muitas populações arqueológicas cujos ossos queimados constituem o único documento biológico ainda preservado.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
A los neandertales ibéricos también les gustaba el marisco
El descubrimiento ha sido realizado en la Cueva Bajondillo, en Torremolinos (Málaga) y supone el vestigio más antiguo de consumo de moluscos por parte de esta especie
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Moluscos marinos y percebes, un crustáceo cirrípedo de la familiaScalpellidae que crece sobre las rocas www.plosone.org |
Un grupo de investigadores ha constatado que los neandertales ibéricos comían marisco hace 150.000 años, un descubrimiento realizado en la Cueva Bajondillo, en Torremolinos (Málaga), y que supone el vestigio más antiguo de consumo de moluscos por parte de esta especie encontrado hasta el momento.
Los resultados de este trabajo se publican en la revista PLoS ONE y son fruto de una colaboración de investigadores portugueses, ingleses, japoneses y españoles, que han liderado el estudio.
"Este descubrimiento sitúa a Cueva Bajondillo como el registro más antiguo de esta actividad en neandertales, ya que hasta ahora la prueba más arcaica localizada no superaba los 50.000 años", ha detallado Francisco Jiménez Espejo, investigador del Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC).
Según este experto, este descubrimiento no sólo es una cuestión de fechas, sino que "ya que tiene importantes implicaciones para el conocimiento de la evolución humana".
En este sentido, ha explicado que "muchos investigadores argumentan que el marisqueo es uno de los comportamientos que define a los humanos modernos y, en cierta medida, una ventaja adaptativa que permitió que el Homo sapiens se expandiera".
Sin embargo, ha continuado, esta investigación demuestra que, "en el mismo momento, los Homo sapiens del sur de África y los Homo neanderthalensis asentados en el sur de la Península Ibérica aprovechaban estos recursos".
Y es que hasta ahora los investigadores creían que las prácticas más antiguas de marisqueo las había realizado el Homo sapiens, según los hallazgos realizados en el yacimiento de Pinnacle Point (Sudáfrica), también hace unos 150.000 años.
Cueva Bajondillo cuenta con un registro compuesto por 19 estratos arqueológicos que supera los 150.000 años de antigüedad.
En ella se han documentado hasta la fecha, según ha informado el CSIC en una nota, indicios de asentamientos del Paleolítico medio, el Paleolítico superior, el Epipaleolítico y el Neolítico.
Este trabajo lo ha liderado el profesor de la Universidad de Sevilla Miguel Cortés Sánchez.
In Lavanguardia.com | 15/09/2011 - 08:02h
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segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Ancient Dog Skull Shows Early Pet Domestication
33,000-year-old fossil suggests dogs arose in multiple places, study says.
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The skull of the fossil dog found in Siberia. Photograph courtesy Yaroslav Kuzmin, PLoS ONE |
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quinta-feira, 19 de maio de 2011
Banco de Imágenes de Huesos Modificados
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Anthropologists Trace Human Origins Back To One Large Goat
'Wait, That Can't Be Right,' Scientists Say
FEBRUARY 17, 2011 | ISSUE 47•07
Researchers say their goat-human evolution theory, on second thought, does feel a little off.
NEW YORK—An international team of anthropologists announced Monday it had traced the lineage of Homo sapiens back to a single large Pliocene-era goat.
"We have mapped out each of the diverse branches of the human family back to the dawn of our species," Douglas Ochs of Columbia University said, "and found that the common ancestor of all living humans was an immense and cognitively advanced goat that roamed the earth 3.4 million years ago, foraging for…uh…"
"Hmm," added Ochs, pausing for a moment. "You know what? Now that I'm actually saying it out loud, it's starting to sound a little weird. Am I…is this the right research paper?"
After staring down at his notes and then quickly shuffling through some files, a visibly flustered Ochs called for aides to cut the looping CGI animation projected behind him, which showed several horned proto-humans covered in thick full-body coats of mohair walking across an African savanna.
Anthropologists claim the early human pictured above "subsisted largely on...wait, is that really the right picture?"
"If everyone could just give me a minute—this all made sense when we started the conference," Ochs said. "Kevin, can you hand me that folder?"
Funded by a grant from the Smithsonian Institution, the 17-year inquiry into the origins of the human race brought together 12 top anthropologists from around the world to pursue the single-large-goat theory, which participants in Monday's presentation assured audience members "felt more plausible when we came up with it, really it did."
The landmark study culminates in this week's release of a 270-page report explaining the structure of prehistoric humans' short, upturned woolly tails and identifying the roots of early Indo-European† language in goat bleating, which, Ochs stated, "maybe [they] should have double-checked real quick" before the paper went to publication.
"There may be some slight inconsistencies in a few of our results, but I assure you these bone samples and behavioral analyses are all, well…look, I'm not going to stand here and tell you they're not a little ridiculous-looking," said Regina Hubbard-Price, associate director of the American Anthropological Association. "Obviously, with hindsight, yes, it's somewhat odd that our theory presupposes complex hunter-gatherer societies composed of large, 250-pound bipedal goat-men. But a lot of thought went into this, I swear."
"Maybe we should have listened to Cliff [Geertz] back at the beginning when he kept emphasizing that humans don't look like goats," Hubbard-Price added.
As their colleagues huddled together and whispered behind them, researchers from Australia and Japan explained how one 6-foot-tall goat with a hominid skeletal structure spawned numerous goat-human hybrids over a period of 1.8 million years. In a series of PowerPoint slides, they then showed that our ancestors used their prehensile upper lips to perform basic agricultural tasks and stomped out crude pottery with their cloven feet, theories that team members stopped reading aloud to the assembled audience almost immediately after reaching the words "cloven feet."
"Okay, so I'm reading this now, and it says, 'After trotting out of Africa nearly 2 million years ago, our earliest ancestors used their strong hooves and hindquarters to climb up steep mountain slopes in search of delicious moss,'" said British anthropologist Oliver Cranmore, reading from the report and shaking his head. "The thing is, I think I actually wrote that part. And I remember feeling very confident and excited about it at the time. This is weird."
After opening the floor to questions, researchers said they were now able to pinpoint what should have been warning signs that their findings were problematic, such as the moment 10 years ago when none of them could account for why present-day humans don't have horns, or the realization in the spring of 2004 that goats today exhibit virtually no humanlike characteristics whatsoever.
In spite of such incongruities, most of the scientists maintained that much of the physical evidence appeared to corroborate the goat- human connection, from countless Paleolithic cave paintings of goats, to the fact that many of man's earliest gods and demons took the form of goats, to colleague Lou Samedi's narrow, pointy beard.
"You know what? This might actually still be right," said University of California professor Han Choi, leafing through printouts of data. "Some male goats can reach almost 160 pounds, and that's pretty close to a normal-sized man."
"So, if you think about it," Choi added before trailing off. "Hold on, sorry."
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Introdução à Zooarqueologia
A TerraFirme - Educação e Gestão Patrimonial está a promover uma formação em Zooarqueologia, estudo de faunas mamalógicas, que irá decorrer nos dias 13 e 14 de Novembro de 2010 no Museu Monográfico de Conímbriga. Terá como formadores Simon Davis (Lab. Arqueociências/IGESPAR; I.P.) e Cleia Detry (Uniarq/FLUL), com apoio do Museu.Para mais informações:
http://www.terrafirme.com.pt/
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