quarta-feira, 17 de junho de 2009

The 4th Experimental Archaeology Conference

The University of Aberdeen and delighted to host the next Experimental Archaeology conference on

Saturday 14th & Sunday 15th November 2009
King's College campus, Old Aberdeen

Conference Theme:
'Experimental Archaeology: Craft, Skill and Performance'

"Experimental Archaeology: The systematic approach used to test, evaluate and explicate method, technique, assumption, hypothesis and theories at any and all levels of archaeological research." (Ingersoll, Yellen, McDonald, 1977)

Important dates/deadlines:

Paper submission deadline: Monday 1st June 2009
Delegates informed of paper acceptance/decline: Mid July
Registration deadline: Friday 2nd October 2009
A late registration fee of £25 will apply to all registration received after the deadline.


http://www.abdn.ac.uk/experimental-archaeology

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Before Farming: the archaeology and anthropology of hunter-gatherers


Free issues

Welcome to Before Farming, the journal designed for archaeologists and anthropologists researching hunter-gatherers past and present.

The online journal is quarterly, published by the Western Academic & Specialist Press.


LINK

terça-feira, 9 de junho de 2009

JASs - Journal of Anthropological Sciences


The Journal of Anthropological Sciences (JASs) is the official publication of the Istituto Italiano di Antropologia(ISItA). It is the continuation of the Atti della Societa' Romana di Antropologia (from 1893 to 1910) and Rivista di Antropologia (until 2003).

Distribuição grátis em http://www.isita-org.com/jass/index.htm

Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology


Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology
Volume 278, Issues 1-4, Pages 1-98 (15 July 2009)


link

(acesso b-on)

sexta-feira, 5 de junho de 2009

quarta-feira, 3 de junho de 2009

SONDAGEM

Sobre a nossa primeira sondagem, QUAL O PERÍODO ARQUEOLÓGICO QUE MAIS TE INTERESSA?, aqui ficam os resultados:


Entretanto, foi colocada uma nova sondagem:

DAS VÁRIAS ÁRESAS DAS ARQUEOCIÊNCIAS E DA PALEOECOLOGIA HUMANA, QUAL A QUE MAIS TE INTERESSA?

Participem!!!

Vestígios de um Passado Tropical. Os fósseis de Cacela

A exposição Vestígios de um Passado Tropical. Os fósseis de Cacela estará patente ao público até ao final do presente ano lectivo no Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela (CIIPC), localizado na Antiga Escola Primária de Santa Rita. Pode ser visitada entre as 9h00 e as 12h30 e entre as 14h00 e as 17h00.

Alertar a comunidade para a importância do património geológico do concelho de Vila Real de Santo António é o principal objectivo da exposição Vestígios de um Passado Tropical. Os fósseis de Cacela, organizada pelo CIIPC em parceria com uma equipa de investigadores do Centro de Investigação Marinha e Ambiental (CIMA) da UAlg.

As estrelas desta exposição são um conjunto de fósseis recolhidos na Jazida Fossilífera de Cacela Velha, onde se podem encontrar sedimentos que contêm o testemunho melhor preservado e mais completo do nosso País, em termos de abundância e diversidade de fósseis de moluscos formados num período da História da Terra designado de Miocénico.

Através de uma série de painéis ilustrados e de uma projecção multimédia os visitantes desta exposição podem aprender mais sobre a formação geológica de Cacela, tal como sobre o ambiente, a ecologia e a paisagem do período em que se formaram estes fósseis. Haverá ainda espaço para uma breve incursão sobre a diversidade dos fósseis que ali se podem encontrar, mostrando-se, de uma forma didáctica, todo o trabalho desenvolvido pelos paleontólogos, alertando-se simultaneamente para a importância da protecção da geodiversidade.



Jazida de Fossilífera de Cacela Velha revela passado tropical

Um fóssil é um resto ou um vestígio de um organismo conservado em material rochoso. Tendo em conta o tamanho e a espessura das conchas analisadas pelos investigadores da UAlg, estes fósseis são associados a ambientes tropicais.

A Jazida de Fossilífera de Cacela Velha tem um elevado valor educativo, cultural e científico na medida em que tem sido alvo de estudos por vários investigadores portugueses e espanhóis desde meados do Séc. XIX, existindo actualmente vários exemplares integrados em colecções de diversos museus europeus.



Contacto para entrevistas:
Prof.ª Delminda Moura
dmoura@ualg.pt

A TECNOLOGIA LÍTICA NO TARDIGLACIAR DO ALGARVE

ORIENTADOR:
Doutor Nuno Gonçalo Viana Pereira Ferreira Bicho

TÍTULO DA DISSERTAÇÃO:
A Tecnologia Lítica no Tardiglaciar do Algarve

JÚRI:
PRESIDENTE:

- Doutor António Manuel Faustino de Carvalho, Professor Auxiliar da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve

VOGAIS:
- Doutor Nuno Gonçalo Viana Pereira Ferreira Bicho, Professor Associado da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve
- Doutor Francisco José Nunes da Silva e Almeida, bolseiro pós-doutoramento do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico de Lisboa


RESUMO
O trabalho aqui apresentado pretende dar continuidade ao projecto coordenado por Nuno Bicho – Ocupação Humana Paleolítica do Algarve – com início em 1998. Os objectivos primordiais eram o estabelecimento de uma cronologia para o paleolítico do Algarve e a identificação e caracterização do Paleolítico Superior e Epipaleolítico regionais.
O trabalho A Tecnologia Lítica no Tardiglaciar do Algarve pretende estudar os materiais líticos correspondentes à ocupação Magdalenense dos sítios Ponta Garcia, Vale Santo 4, Vale Boi (camada Z do abrigo, campanha de 2006 e 2007), Lagoa do Bordoal, Praia da Albandeira e Praia da Galé, com cronologia entre os 16.000 e os 9.000 BP.
Este trabalho debruça-se essencialmente sobre as questões de utilização de tecnologia referentes à produção de utensilagem lítica, tendo como objectivo principal um melhor conhecimento da utilização do espaço local e regional, bem como a integração dos sítios ao nível do Paleolítico Superior em Portugal.

Palavras-chave:
Paleolítico Superior, Tardiglaciar, Algarve, Tecnologia Lítica e Tipologia Lítica.

Provas para a obtenção do grau de Mestre em Arqueologia – Especialização em Teoria e Métodos da Arqueologia da Drª Carolina Mendonça.

Dia 12 de Junho, pelas 16h00
Universidade do Algarve, Gambelas

quinta-feira, 28 de maio de 2009

domingo, 17 de maio de 2009

Acesso a todos os recursos disponíveis fisicamente na rede Ualg

Serviço VPN (Virtual Private Networks) - Acesso a todos os recursos disponíveis fisicamente na rede Ualg.

Para aceder deve utilizar as seguintes configurações:
http://www.si.ualg.pt/joomla/index.php?option=com_content&task=view&id=23&Itemid=44

Depois de instalado o software, clicar em "import" e abrir o ficheiro ualg.pcf que está na pasta do ficheiro que se fez download da página acima.
Seguidamente seleccionar a ligação Ualg e depois conect...e voilá!!

Bom trabalho!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Conferência Associação Arqueólogos Portugueses

No próximo dia 14 de Maio de 2009 (esta quinta-feira) pelas 18 horas, no Museu do Carmo (Largo do Carmo - Lisboa), serão proferidas duas comunicações entituladas:


Estilo, identidade e adaptação: o abrigo de Vale Boi no quadro do Solutrense peninsular
João Cascalheira
Universidade do Algarve

Resumo
Sendo um dos poucos contextos com ocupações solutrenses conhecidos na área entre o Levante espanhol e a Estremadura portuguesa, Vale Boi tem-se revelado um elemento crucial na compreensão das características económicas, sociais e tecnológicas das comunidades que habitaram o extremo sudoeste peninsular durante o Último Máximo Glacial (21 000 – 17 000 BP). A presente comunicação pretende focar quais os modos de gestão de recursos e de exploração do território praticados por esses grupos, e como se integram estas opções nas dinâmicas culturais desse período, dando ênfase às ligações e/ou dissociações com populações coetâneas, residentes noutras regiões da Península Ibérica.


Paleotecnologia e funcionalidade lítica durante o Gravetense em Vale Boi (Algarve, Portugal)
João Marreiros
Universidade do Algarve

Resumo

A última década de investigações arqueológicas trouxe à luz do dia numerosos dados sobre as comunidades de caçadores-recolectores que durante o Paleolítico habitavam o Algarve, todavia a investigação encontra-se ainda preliminar num território que se adivinha auspicioso.
A jazida de Vale Boi, complexo de indubitável importância, pela sua dimensão espacial e arqueológica, ostenta um registo diacrónico rico em sucessivas ocupações: Gravetense, Solutrense, Magdalenense e Neolítico antigo. Para lá das sondagens preliminares registarem a existência de um Gravetense Antigo e Gravetense Final, a escavação da jazida apresentou, no terraço, uma ocupação gravetense marcada por diferentes abordagens tecnológicas, ao qual lhe sucede, marcada pela existência de uma cascalheira em quartzo, uma transição Gravetense-Solutrense. Esta ocupação humana em Vale Boi constitui o único registo gravetense no Algarve.
O trabalho tem como base metodológica a análise tecno-tipológica da indústria lítica, procurando remontagens mentais das cadeias operatórias, que aliada à análise funcional permitirá correlacionar diacrónica e sincronicamente ocupações penecontemporâneas da Estremadura portuguesa e Espanha mediterrânea, caracterizando antropologicamente as comunidades aí residentes.
Esta acção está inserida na próxima reunião da Secção de Pré-História da Associação de Arqueólogos Portugueses, mas este convite é endereçado a todos o interessados na temática em questão.
A entrada é livre.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Padrões de mobilidade...

Padrões de mobilidade é uma expressão que surge maioritariamente no âmbito da arqueologia pré-histórica, conectada quase sempre às comunidades de caçadores-recolectores. Porém, esta ideia, algo tendenciosa, está incontestavelmente errada, uma vez que do caçador-recolector ao produtor de alimentos sedentário verifica-se constantemente uma certa carga de mobilidade, alterando-se apenas o seu grau de muito móvel a pouco móvel.

Esquema de padrões de mobilidade
(adaptado de ROWLEY-CONWY, 2004:5)

Em oposição ao modelo uniformitarista proposto por Richard Lee e Irven De Vore (1968) surgiram, desde a década de 80, outros paradigmas defensores de que o sistema de aproveitamento de recursos naturais e consequentemente os padrões de mobilidade são dinâmicos (Binford, 1980; Lurie, 1989; Vierra, 1992), estando relacionados com as distintas particularidades culturais e naturais, quer sincrónica quer diacronicamente. São defendidos então dois tipos de mobilidade:

- Mobilidade do tipo residencial: grupos de número variável que a partir da base residencial desenvolvem expedições diárias para obtenção dos recursos.

- Mobilidade do tipo logístico: pequenos grupos deslocam-se para a obtenção de recursos não-locais, estabelecendo-se em acampamentos de curta duração, trazendo-os depois para os acampamentos principais (Bicho, 2002).


Entender e reconstruir os padrões de subsistência e mobilidade de um determinado grupo, implica ser-se capaz de responder a certas problemáticas:

- Duração da ocupação dos sítios
- Função e especialização dos sítios
- Espaço percorrido durante o ciclo anual
- Mapeamento dos recursos e conhecimento da sua sazonalidade
- Identificação das direcções e tempos de migração das espécies migratórias

Bibliografia:
BICHO, N.
2002. Sistemas de Povoamento, Mobilidade e Aproveitamento dos Recursos Naturais no Território Português Durante a Transição Plistocénico-Holocénico. Lusíada. Arqueologia, História da Arte e Património, 1: 31-58
BINFORD, L.
1980. Willow smoke and dog´s tails: hunter-gatherer settlement systems and archaeological site formation. American Antiquity, 31(2): 2-15
LEE, R. & VORE, I.
1968. Man the Hunter. Chicago: Aldine Publishing Company.
LURIE, R.
1989. Lithic technology and mobility strategies: the Koster Site Middle Archaic, in R. TORRENCE (ed.) – Time, energy and stone tools: 46-56. Cambridge: Cambridge University Press.
ROWLEY-CONWY, P.
2004. Complexity in the Mesolithic of the Atlantic Façade: Development or Adaptation?, in M. GONZÁLEZ MORALES & G. CLARK (eds.) – The Mesolithic of the Atlantic Façade: proceedings of the Santander Symposium: 1-12. Arizona State University.
VIERRA, J.
1992. Subsistence e Diversification and the Evolution of Microlithic Technologies: A study of the Portuguese Mesolithic. Tese de doutoramento, Universidade do Novo México.



Célia Gonçalves
Mestranda em Arqueologia, Teoria e Métodos
Universidade do Algarve