sexta-feira, 20 de julho de 2012

Neanderthals ate their greens

Tooth analysis shows that european hominins roasted vegetables and may have used medicinal plants.
Matt Kaplan18 July 2012, in nature.com

Neanderthals have long been viewed as meat-eaters. The vision of them as inflexible carnivores has even been used to suggest that they went extinct around 25,000 years ago as a result of food scarcity, whereas omnivorous humans were able to survive. But evidence is mounting that plants were important to Neanderthal diets — and now a study reveals that those plants were roasted, and may have been used medicinally.

The finding comes from the El Sidrón Cave in northern Spain, where the roughly 50,000-year-old skeletal remains of at least 13 Neanderthals (Homo neanderthalensis) have been discovered. Many of these individuals had calcified layers of plaque on their teeth. Karen Hardy, an anthropologist at the Autonomous University of Barcelona in Spain, wondered whether it might be possible to use this plaque to take a closer look at the Neanderthal menu.

Neanderthals were thought to eat only meat,
but investigation of their dental plaque
suggests they consumed cooked plants.
MAURICIO ANTON/SPL
Using plaque to work out the diets of ancient animals is not entirely new, but Hardy has gone further by looking for organic compounds in the plaque. To do this she and a team including Stephen Buckley, an archaeological chemist at the University of York, UK, used gas chromatography and mass spectrometry to analyse the plaque collected from ten teeth belonging to five Neanderthal individuals from the cave.

The plaque contained a range of carbohydrates and starch granules, hinting that the Neanderthals had consumed a variety of plant species. By contrast, there were few lipids or proteins from meat.

Hardy and her colleagues also found, lurking in the plaque of a few specimens, a range of alkyl phenols, aromatic hydrocarbons and roasted starch granules that suggested that the Neanderthals had spent time in smoky areas and eaten cooked vegetables. The results are published today in Naturwissenschaften1.

The idea that Neanderthals were largely meat-eaters has been hard for me to accept given their membership in a mainly vegetarian clade. It is exciting to see this new set of techniques applied to understanding their palaeo-diet,” says Richard Wrangham, an anthropologist at Harvard University in Cambridge, Massachusetts.

Natural remedies
Among the compounds that Hardy found were chemicals from plants such as yarrow and camomile, which taste bitter and have no nutritional value. Genetic analysis has shown2 that Neanderthals had the ability to detect bitter tastes, raising questions about why they would intentionally eat such plants.

Michael Chazan, an anthropologist at the University of Toronto in Canada, suggests that the bitter-tasting plants were used in fire-making, and could have entered the diet as a by-product of cooking. Wrangham, by contrast, proposes that yarrow and camomile were used as seasoning.

Hardy disagrees with Wrangham. “The idea of Neanderthals sitting down for a bowl of salad stretches my imagination and there is no evidence of them having cooking pots, so soups seem unlikely,” she says. Hardy theorizes that the Neanderthals may have used the bitter plants as medicines ― modern herbalists use them as anti-inflamatories and antiseptics. “All modern higher primates make use of medicinal plants, so perhaps Neanderthals did too,” she says.

Regardless of why the Neanderthals consumed plants, perceptions of them and their diets are changing, says Lawrence Straus, an anthropologist at the University of New Mexico in Albuquerque. “As exceptional places like El Sidrón reveal just how wise and flexible Neanderthals were, more and more we are having to ask ourselves, why did they go extinct?”.

Hardy, K. et al. Naturwissenschaften http://dx.doi.org/10.1007/s00114-012-0942-0 (2012).
Lalueza-Fox, C., Gigli, E., de la Rasilla, M., Fortea, J. & Rosas, A. Biol. Lett. 5, 809–811 (2009).

La Draga: arco neolítico mais antigo da Europa


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Developments in Quaternary Sciences


Volume 16, Pages 1-132
2012

Origins of Human Innovation and Creativity
Edited by Scott Elias

terça-feira, 17 de julho de 2012

Parque Arqueológico e Museu do Côa

No ano em que se comemoram o 2º aniversário da inauguração do Museu do Côa (30/07/2010) e os 16 anos da abertura do Parque Arqueológico (10/08/1996), a Fundação Côa Parque convida-o a participar num conjunto de actividades que vão desde as visitas especiais à arte rupestre passando pela música clássica até à astronomia.


segunda-feira, 16 de julho de 2012

Quaternary Science Reviews


Volume 47, Pages 1-160
30 July 2012

Quaternary International


Volume 268, Pages 1-166
3 August 2012



Peat Stratigraphy and Climate Change
Edited by Peter G. Langdon, Paul D. Hughes and Anthony Brown


Volume 269, Pages 1-96 
14 August 2012

Inter-disciplinary Perspectives on Indian Paleoanthropology and Prehistory
Edited by Parth R. Chauhan and Rajeev Patnaik

Archaeologies


Volume 8, Number 1
April 2012
Os progressos da genética podem ter permitido enterrar o machado de guerra num debate histórico: o povoamento da América fez-se a partir da Sibéria por populações vindas da Ásia, mas em três vagas sucessivas e não apenas numa, diz uma equipa internacional de investigadores na revista Nature.

As populações mais homogéneas geneticamente
são as da América do Sul (Gregg Newton/Reuters).
Este modelo de povoamento, em três vagas sucessivas, já tinha sido proposto em 1986 por linguistas, mas não foi aceite, na época, pela comunidade científica.

Publicado nesta quarta-feira na revista britânica Nature, um estudo traça a história do património genético das populações nativas americanas, realizado por um consórcio internacional com mais de 60 cientistas. E demonstra que, pelo menos em parte, o modelo de 1986 estava correcto.

Ao analisar o genoma de 500 pessoas oriundas de 52 populações nativas americanas e 17 da Sibéria, com a ajuda de programas informáticos, os investigadores conseguiram obter uma visão de conjunto do seu património genético. A comparação entre mais de 364.000 marcadores genéticos “permitiu estabelecer o grau de diferenciação ou de semelhança genética entre estas populações”, escreve, em comunicado, o Centro Nacional da Investigação Científica (CNRS) de França, que contribuiu para este estudo.

As análises confirmam que a maioria das populações ameríndias resulta de uma vaga de migração vinda da Sibéria há cerca de 15.000 anos, durante uma glaciação que, na época, tornou o estreito de Bering transponível.

Os resultados também salientam a grande diversidade genética entre os indivíduos do Norte da América, enquanto as populações mais homogéneas geneticamente são as da América do Sul.

Mas, acima de tudo, a investigação demonstra a existência de duas outras vagas de povoamento asiático, que ocorreram depois (há entre 15.000 e 5000 anos), o que confirma o modelo proposto em 1986 por Joseph Greenberg, Christy Turner e Stephen Zegura, salienta o CNRS. Estas duas vagas posteriores “ficaram acantonadas no Alasca, Canadá e no Norte dos Estados Unidos”.

E, contrariamente ao que afirmava o modelo de 1986, os novos povoadores integraram-se bem nas populações que já existiam naquelas regiões, formando os povos esquimós, por exemplo.

Qualquer que seja o período em questão, a genética mostra que as populações colonizaram o continente americano em direcção ao sul, seguindo as zonas costeiras e separando-se ao longo da sua dispersão. Depois desta separação, as trocas genéticas entre os diferentes grupos foram muito reduzidas, em especial na América do Sul.

6ª Bienal Internacional de Gravura do Douro 2012

Entre 10 de Agosto e 30 de Setembro de 2012 irá decorrer a 6ª Bienal Internacional de Gravura do Douro 2012. Maioritariamente centrada na Vila de Alijó, com diversas exposições e actividades em diferentes espaços, terá outras exposições e actividades a decorrer noutras cidades e vilas durienses e transmontanas, nomeadamente no Museu do Côa em Vila Nova de Foz Côa, no Museu do Douro na Régua, no Teatro de Vila Real, no Museu do Pão e do Vinho em Favaios, e no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais em Bragança.



domingo, 8 de julho de 2012

Geomorphology


Volumes 165–166, Pages 1-144
1 September 2012

Techniques for analysing Late Cenozoic river terrace sequences
Edited by Martin Stokes, Pedro P. Cunha and António A. Martins

Cadernos do GEEvH

É com prazer que anunciamos que o primeiro volume dos Cadernos do GEEvH já se encontra disponível em: http://geevh.jimdo.com


2012, Vol.1., n.º1

Journal of Human Evolution


Pages 1-246, July 2012

Revista Portuguesa de Arqueologia

Acaba de ser publicada pelos IGESPAR a Revista Portuguesa de Arqueologia 14 (2011). 

sexta-feira, 29 de junho de 2012

El genoma humano más antiguo, de dos leoneses

ALBERTO TAPIA
Cráneo de uno de los cazadores
Un equipo de científicos dirigido por el biólogoCarles Lalueza-Fox, del Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC), ha logrado recuperar por primera vez parte del genoma de dos individuos que vivieron durante el Mesolítico, hace unos 7.000 años, en lo que ahora es la provincia de León. Este genoma es el más antiguo de un ser humano moderno e incluso supera a la famosa momia Ötzi, el «Hombre de hielo», en 1.700 años. Los restos, hallados en la raíz de piezas dentales de los dos hombres, han comenzado a desvelar los primeros secretos. Estos antiguos cazadores no están emparentados con los españoles actuales. La investigación aparece publicada en la revista Current Biology.

Los restos proceden del yacimiento de la Braña-Arintero, en Valdelugueros (León), descubierto en 2006 de forma casual. La cueva, ubicada en un lugar frío y montañoso, a 1.500 metros de altura, resultó propicia para la buena conservación del ADN de los dos individuos hasta nuestros días. Los dos jóvenes varones adultos, bautizados cariñosamente como Wenceslao y Ataúlfo cuando aparecieron sus esqueletos, fueron depositados allí por una abertura que después quedó sellada. Son contemporáneos y comparten ADN mitocondrial, por lo que podrían estar emparentados.

ALBERTO TAPIA
Mandíbula

Aunque los datos sean incompletos -solo suponen el 1,34% y el 0,5% del genoma de los dos individuos-, son suficientes para que los científicos sepan que no son antepasados de los españoles actuales, ya que se ha apreciado en ellos 50.000 variantes genéticas distintas. «No tenemos nada que ver con ellos. Estaban más cerca de poblaciones del norte de Europa como Escandinavia o Gran Bretaña», explica a ABC.es Lalueza-Fox. El científico cree que esto se debe a que en el norte de Europa, el asentamiento del Neolítico fue más lento y es más fácil que el legado genético de estos cazadores-recolectores llegara a las poblaciones actuales.

Unos europeos distintos
El avance en el conocimiento del genoma de estos cazadores puede desvelar aún más secretos. «Los europeos actuales somos descendientes del Neolítico. Nuestra dieta, salud y organización social es neolítica, nuestro genoma ha sido modelado por el Neolítico y sería muy interesante saber cómo era un genoma anterior», apunta el biólogo. «Veríamos a un europeo con cambios significativos en un montón de genes relacionados con la dieta, el metabolismo, la inmunidad e incluso con la cognición», subraya. «Sería una forma un poco diferente de ser europeo».

Hasta el momento, solo se disponía de un genoma de la prehistoria europea, el de Ötzi, que vivió hace 5.300 años. Su momia fue descubierta en los Alpes del Tirol, en la frontera entre Austria e Italia. Lalueza-Fox cree que el desarrollo de técnicas más avanzadas nos permitirá obtenernuevos genomas antiguos para poder estudiar la trayectoria de los europeos.

Mais em abc.es