quarta-feira, 18 de julho de 2012

Developments in Quaternary Sciences


Volume 16, Pages 1-132
2012

Origins of Human Innovation and Creativity
Edited by Scott Elias

terça-feira, 17 de julho de 2012

Parque Arqueológico e Museu do Côa

No ano em que se comemoram o 2º aniversário da inauguração do Museu do Côa (30/07/2010) e os 16 anos da abertura do Parque Arqueológico (10/08/1996), a Fundação Côa Parque convida-o a participar num conjunto de actividades que vão desde as visitas especiais à arte rupestre passando pela música clássica até à astronomia.


segunda-feira, 16 de julho de 2012

Quaternary Science Reviews


Volume 47, Pages 1-160
30 July 2012

Quaternary International


Volume 268, Pages 1-166
3 August 2012



Peat Stratigraphy and Climate Change
Edited by Peter G. Langdon, Paul D. Hughes and Anthony Brown


Volume 269, Pages 1-96 
14 August 2012

Inter-disciplinary Perspectives on Indian Paleoanthropology and Prehistory
Edited by Parth R. Chauhan and Rajeev Patnaik

Archaeologies


Volume 8, Number 1
April 2012
Os progressos da genética podem ter permitido enterrar o machado de guerra num debate histórico: o povoamento da América fez-se a partir da Sibéria por populações vindas da Ásia, mas em três vagas sucessivas e não apenas numa, diz uma equipa internacional de investigadores na revista Nature.

As populações mais homogéneas geneticamente
são as da América do Sul (Gregg Newton/Reuters).
Este modelo de povoamento, em três vagas sucessivas, já tinha sido proposto em 1986 por linguistas, mas não foi aceite, na época, pela comunidade científica.

Publicado nesta quarta-feira na revista britânica Nature, um estudo traça a história do património genético das populações nativas americanas, realizado por um consórcio internacional com mais de 60 cientistas. E demonstra que, pelo menos em parte, o modelo de 1986 estava correcto.

Ao analisar o genoma de 500 pessoas oriundas de 52 populações nativas americanas e 17 da Sibéria, com a ajuda de programas informáticos, os investigadores conseguiram obter uma visão de conjunto do seu património genético. A comparação entre mais de 364.000 marcadores genéticos “permitiu estabelecer o grau de diferenciação ou de semelhança genética entre estas populações”, escreve, em comunicado, o Centro Nacional da Investigação Científica (CNRS) de França, que contribuiu para este estudo.

As análises confirmam que a maioria das populações ameríndias resulta de uma vaga de migração vinda da Sibéria há cerca de 15.000 anos, durante uma glaciação que, na época, tornou o estreito de Bering transponível.

Os resultados também salientam a grande diversidade genética entre os indivíduos do Norte da América, enquanto as populações mais homogéneas geneticamente são as da América do Sul.

Mas, acima de tudo, a investigação demonstra a existência de duas outras vagas de povoamento asiático, que ocorreram depois (há entre 15.000 e 5000 anos), o que confirma o modelo proposto em 1986 por Joseph Greenberg, Christy Turner e Stephen Zegura, salienta o CNRS. Estas duas vagas posteriores “ficaram acantonadas no Alasca, Canadá e no Norte dos Estados Unidos”.

E, contrariamente ao que afirmava o modelo de 1986, os novos povoadores integraram-se bem nas populações que já existiam naquelas regiões, formando os povos esquimós, por exemplo.

Qualquer que seja o período em questão, a genética mostra que as populações colonizaram o continente americano em direcção ao sul, seguindo as zonas costeiras e separando-se ao longo da sua dispersão. Depois desta separação, as trocas genéticas entre os diferentes grupos foram muito reduzidas, em especial na América do Sul.

6ª Bienal Internacional de Gravura do Douro 2012

Entre 10 de Agosto e 30 de Setembro de 2012 irá decorrer a 6ª Bienal Internacional de Gravura do Douro 2012. Maioritariamente centrada na Vila de Alijó, com diversas exposições e actividades em diferentes espaços, terá outras exposições e actividades a decorrer noutras cidades e vilas durienses e transmontanas, nomeadamente no Museu do Côa em Vila Nova de Foz Côa, no Museu do Douro na Régua, no Teatro de Vila Real, no Museu do Pão e do Vinho em Favaios, e no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais em Bragança.



domingo, 8 de julho de 2012

Geomorphology


Volumes 165–166, Pages 1-144
1 September 2012

Techniques for analysing Late Cenozoic river terrace sequences
Edited by Martin Stokes, Pedro P. Cunha and António A. Martins

Cadernos do GEEvH

É com prazer que anunciamos que o primeiro volume dos Cadernos do GEEvH já se encontra disponível em: http://geevh.jimdo.com


2012, Vol.1., n.º1

Journal of Human Evolution


Pages 1-246, July 2012

Revista Portuguesa de Arqueologia

Acaba de ser publicada pelos IGESPAR a Revista Portuguesa de Arqueologia 14 (2011). 

sexta-feira, 29 de junho de 2012

El genoma humano más antiguo, de dos leoneses

ALBERTO TAPIA
Cráneo de uno de los cazadores
Un equipo de científicos dirigido por el biólogoCarles Lalueza-Fox, del Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC), ha logrado recuperar por primera vez parte del genoma de dos individuos que vivieron durante el Mesolítico, hace unos 7.000 años, en lo que ahora es la provincia de León. Este genoma es el más antiguo de un ser humano moderno e incluso supera a la famosa momia Ötzi, el «Hombre de hielo», en 1.700 años. Los restos, hallados en la raíz de piezas dentales de los dos hombres, han comenzado a desvelar los primeros secretos. Estos antiguos cazadores no están emparentados con los españoles actuales. La investigación aparece publicada en la revista Current Biology.

Los restos proceden del yacimiento de la Braña-Arintero, en Valdelugueros (León), descubierto en 2006 de forma casual. La cueva, ubicada en un lugar frío y montañoso, a 1.500 metros de altura, resultó propicia para la buena conservación del ADN de los dos individuos hasta nuestros días. Los dos jóvenes varones adultos, bautizados cariñosamente como Wenceslao y Ataúlfo cuando aparecieron sus esqueletos, fueron depositados allí por una abertura que después quedó sellada. Son contemporáneos y comparten ADN mitocondrial, por lo que podrían estar emparentados.

ALBERTO TAPIA
Mandíbula

Aunque los datos sean incompletos -solo suponen el 1,34% y el 0,5% del genoma de los dos individuos-, son suficientes para que los científicos sepan que no son antepasados de los españoles actuales, ya que se ha apreciado en ellos 50.000 variantes genéticas distintas. «No tenemos nada que ver con ellos. Estaban más cerca de poblaciones del norte de Europa como Escandinavia o Gran Bretaña», explica a ABC.es Lalueza-Fox. El científico cree que esto se debe a que en el norte de Europa, el asentamiento del Neolítico fue más lento y es más fácil que el legado genético de estos cazadores-recolectores llegara a las poblaciones actuales.

Unos europeos distintos
El avance en el conocimiento del genoma de estos cazadores puede desvelar aún más secretos. «Los europeos actuales somos descendientes del Neolítico. Nuestra dieta, salud y organización social es neolítica, nuestro genoma ha sido modelado por el Neolítico y sería muy interesante saber cómo era un genoma anterior», apunta el biólogo. «Veríamos a un europeo con cambios significativos en un montón de genes relacionados con la dieta, el metabolismo, la inmunidad e incluso con la cognición», subraya. «Sería una forma un poco diferente de ser europeo».

Hasta el momento, solo se disponía de un genoma de la prehistoria europea, el de Ötzi, que vivió hace 5.300 años. Su momia fue descubierta en los Alpes del Tirol, en la frontera entre Austria e Italia. Lalueza-Fox cree que el desarrollo de técnicas más avanzadas nos permitirá obtenernuevos genomas antiguos para poder estudiar la trayectoria de los europeos.

Mais em abc.es

Catalunya alberga el arco más primitivo del Neolítico

Fabricado con madera de tejo (Taxus Baccata) y de 1,08 metros de longitud. Estas son las características del arco más antiguo del Neolítico descubierto hasta la fecha, que ha sido recuperado en el yacimiento arqueológico de La Draga (Girona). El Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) ha participado en el hallazgo de esta pieza cuya datación estima su origen hace entre 7.400 años y 7.200 años.

Proceso de excavación en el yacimiento neolítico de la Draga. Equipo Draga

Arco entero hallado durante la campaña de excavación 2012. Equipo Draga
 Mais em publico.es

Australopithecus sediba: The Wood-Eating Hominid

The dental plaque on Australopithecus sediba teeth reveals the species ate wood or bark.
Image courtesy of Amanda Henr
Sometimes it’s good to have something stuck in your teeth—good for science, anyway. New research on food particles clinging to two-million-year-old teeth reveal Australopithecus sediba, a possible ancestor of the genus Homo, had unusual dining habits for a hominid: The species consumed wood.

Discovered in South Africa in 2010, A. sediba is known from two partial skeletons. To reconstruct the species’ diet, Amanda Henry of the Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology in Germany and colleagues relied on three methods. First, they looked at the markings on molar surfaces made by food as it’s being chewed. This analysis showed A. sediba ate hard objects,just as the South African hominid Paranthropus robustus did.

Next, the team looked at the carbon chemistry of the teeth. As a tooth forms, it takes up carbon from the food an individual eats. Forest plants such as trees, fruits and leaves (called C3 plants) have a different ratio of carbon isotopes than does grassland vegetation (C4 plants). The carbon in the teeth of A. sediba indicates the hominid dined almost exclusively on C3 plants, making it similar to some modern chimpanzees. Other early hominids likewise preferred C3 plants, but also included at least some C4 vegetation in their diet.

Finally, the researchers scraped off some of the dental plaque from two teeth of one of the known A. sediba skeletons. In the plaque were plant phytoliths, microscopic silica structures that form in plant cells. Different plants have distinctively shaped phytoliths, allowing scientists to use the structures to infer what ancient animals were eating. The team found 38 phytoliths, the first ever recovered from an early hominid. The phytoliths show A. sediba ate some water-loving C3 grasses and sedges as well as fruit, leaves and bark or wood. It’s the first evidence of a hominid eating wood, the researchers report in Nature.

The evidence of wood eating comes from just one individual, so it’s hard to know if this behavior is representative of the whole species. But the researchers point out the apparent reliance on wood and other forest plants fits with the skeletal evidence that suggests A. sediba climbed trees. Anthropologists have often suggested early hominids retained climbing abilities so they could find safe sleeping spots in the treetops. But maybe A. sediba was up there looking for breakfast, lunch and dinner.