segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Evolution and Human Behavior
Arqueologia ao Sul
Uma vez mais vimos anunciar mais uma Conferência Arqueologia ao Sul,
organizada pelo NAP - Núcleo de Arqueologia e Paleoecologia da
universidade do Algarve.
Desta feita a comunicação vai ser proferida por Lizzie Wright, que se
encontra a fazer o seu Doutoramento na Universidade de Sheffield. A conferência realizar-se-à, pelas 16h00 do dia 5 de Março, no
edificio 1 (FCHS) da Universidade do Algarve, Campusa de Gambelas, ma
sala 2.35.
The European Aurochs: an archaeological investigation of its evolution, morphological variability and response to human exploitation Throughout European prehistory (and beyond), the aurochs (Bos primigenius) was an extremely important animal to humans. Not only was it frequently hunted, but it is also generally agreed to be the wild ancestor of domesticated cattle (Bos taurus). Despite the importance of the aurochs, we have little idea of the range of its morphological variation, as work in this area has been patchy. Extensive morphometric studies of other important wild species in European prehistory, such as reindeer and wild boar, has shown variation that could be linked to climatic, environmental, and geographic factors, as well as patterns of human exploitation. This talk will introduce my PhD project, which aims to provide a wide-ranging study of aurochs variation across Europe from the Upper Pleistocene until its extinction. It is hoped that this research will not only provide a picture of change in response to factors such as climate change and geographical isolation, but will also aid the identification of wild and domestic cattle, and therefore will be of benefit to studies looking at the origins of cattle domestication.
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A “idade da iluminação” acabou?
Investigador publica carta na Science sobre estado da ciência em Portugal
Há dez anos, a revista Science publicou um artigo sobre a situação da ciência em Portugal, onde o investigador Richard Stone elogiava o progresso do país ao nível científico e aclamava a chegada de uma “idade da iluminação” na viragem do milénio. “Usando-o como mote”, Nuno Correia Santos, do Instituto de Medicina Molecular, Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, decidiu escrever uma carta em que dá uma imagem da evolução da ciência em Portugal “desde uma situação de quase ausência de investigação científica, passando pelas grandes melhorias das últimas décadas e culminando na situação actual, com todas as suas incertezas”.
Mais em CiênciaHoje, 2012-02-14
Debating Spatial Archaeology
Dear colleagues:
Please find attached the Debating Spatial Archaeology International Workshop Call for Posters. Poster sessions will be held during coffee breaks, when posters authors will be supposed to stand next to their posters in order to attend to those participants interested on their posters, in a friendly atmosphere. For those interested in participating in the posters session, an abstract must be submitted before 29th February, 2012, tospatialarchaeology@unican.es, in the template provided (also attached).
Other news: Moderators
Moderators for the sessions and the roundtable have been already confirmed:
- Beyond archaeological spatial datasets: Old Restrictions and New Opportunities in Archaeological Spatial Information. Moderator: G. Lock. Oxford University
- The use of space from an evolutionary perspective. Moderator: P. Spikins. University of York.
- People beyond the numbers: the anthropological implications of spatial analyses. Moderator: M. Llobera. University of Washington.
- Open Dissertation: “...And now; what we do with Spatial Archaeology?”. Moderador: J. Baena. Universidad Autónoma de Madrid.
Other news: Register
Although registration is not still open, we can already inform you of conference fees:
- Standard registration: 50€
- Reduced registration: 30€
Registration includes certificate of participation, abstracts book, tea and coffee throughout, an invitation to the official reception and conference proceedings in electronic format. For those participants who wanted to received printed proceedings a supplement of 10€ must be paid. Reduced fees are available for undergraduate students as well as unemployed people. Registration, as well as accommodation options, will be soon available through the conference’s website.
For further information, please don’t hesitate to contact us at spatialarchaeology@unican.es, or visit our website www.spatialarchaeology.unican. es.
Vegetation History and Archaeobotany
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Carta Arqueológica Subaquática do Concelho de Cascais
Luminescence in Archaeology International Symposium
The Second Luminescence in Archaeology International Symposium will be hosted by the Group of Applied Geochemistry and Luminescence on Cultural Heritage, of the Instituto Tecnológico e Nuclear, in Lisbon, Portugal, from the 5th to the 7th of September, 2012.
Presentations are invited to focus on contextual, methodological or phenomenological aspects of luminescence studies in archaeology and cultural heritage.
The L.A.I.S.2012 organizers would be grateful if you would communicate this announcement to your colleagues and students studying luminescence phenomena in archaeological and cultural heritage materials, or applying luminescence data to archaeological and cultural heritage problems.
Mais informações em
LAIS2012, GeoLuC, UCQR,
Instituto Tecnologico e Nuclear,
EN10, 2686-953 Sacavem, Portugal
Iº Congresso Internacional sobre Arqueologia de Transição: "Entre o Mundo Romano e a Idade Média"
A Universidade de Évora e o Centro de História de Arte e Investigação Artística (CHAIA) organizam o Iº Congresso Internacional sobre Arqueologia de Transição: "Entre o Mundo Romano e a Idade Média", que reunirá em Évora, nos dias 3, 4 e 5 de Maio deste mesmo ano, alguns dos reconhecidos especialistas sobre esta temática. Este congresso centrar-se-á na busca das várias teorias que abarcam as realidades de transição, tantas vezes envoltas no mundo oculto da imprecisão histórica! Precisar estas realidades, torna-se, sem dúvida, o objectivo primordial deste evento. Pretende-se promover o debate científico relativo a problemáticas relacionadas com o mundo tardo-antigo.
Estamos neste momento à procura de investigadores interessados em participar (em comunicação e/ou poster) neste Iº Congresso Internacional sobre Arqueologia de Transição.
Enviamos o link do site do evento: congressoarqueologia/ciat2012, onde há todas as informações utéis, como o programa (provisório), a comissão cientifica, os custos, entre outras informações que considerámos úteis!
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
18th Annual Meeting of the European Association of Archaeologists
The 18th Annual Meeting of the European Association of Archaeologists will be held in Helsinki, Finland 29 August - 1 September 2012.
The meeting is organized by the University of Helsinki, the National Board of Antiquities, the Finnish Antiquarian Society, the Archaeological Society of Finland and the Univeristy of Oulu. The meeting is funded by the Ministry of Education and Culture and Swedish Cultural Foundation in Finland.
The conference venues are the Main Building of the University of Helsinki (Fabianinkatu 33) and the Porthania Building (Yliopistonkatu 3). The buildings are conveniently located near each other in the city centre.
Helsinki is served by Helsinki-Vantaa International Airport with frequent flight connections to most cities in Europe and beyond. There is a bus connection from the airport to Helsinki city centre (ca. 25 minutes). For further information, please go to Helsinki Airport site.
Mais em eaa2012.fi
Os concheiros – um fenómeno da Pré-história a conhecer
O programa "Conversas sobre Património e
História",
promovido pelo Museu Municipal - Núcleo de Alverca, tem a próxima sessão
agendada para 11 de fevereiro, com inicio às 16 horas.
A formação de concheiros consiste num fenómeno arqueológico particularmente típico ao longo da Pré-história das sociedades de
caçadores-recolectores na Europa Atlântica. Com esta comunicação gostaríamos de divulgar ao público não especializado o que são os
concheiros e sensibilizar para um tipo de património arqueológico que, embora seja pouco imponente (se compararmos, por exemplo, com as antas), constitui um tipo de vestígio de grande importância para o conhecimento da Pré-história em Portugal e no Mundo. É por exemplo de salientar que aqui relativamente perto, em Muge, temos os concheiros de época mesolítica com o maior número de enterramentos humanos a nível europeu, conhecidos internacionalmente desde o século XIX.
Ciclo de Conferências: Temas de Arqueologia
La cueva de Nerja pelea por sus neandertales
Un análisis sugiere que las pinturas fueron realizadas por estos humanos extintos y que son las más antiguas de Europa
Hace 43.000 años, los neandertales se adentraron en la cueva de Nerja (Málaga), una catedral con enormes bóvedas cubiertas de estalactitas. Armados con antorchas alcanzaron las partes más profundas y se detuvieron en una cámara tan angosta que sólo dejaba sitio para un hombre. Alumbrado por el fuego, el humano hizo seis dibujos en las paredes de roca. En trazos gruesos y rojos pintó seis formas hinchadas y dispuestas en hilera sobre la columna húmeda de la estalactita como si fueran en procesión.
Esta narración, aún sin pruebas suficientes para convertirse en realidad, acaba de encender una nueva polémica científica. El origen es una nueva datación de carbón recogido en la cueva y que arroja una antigüedad inusitada. Las muestras más viejas corresponden a fragmentos tomados al pie de aquellas pinturas abultadas que, según los estudiosos de la cueva, representan seis focas.
"Tenemos dos dataciones de 43.000 y 45.000 años", asegura a este diario José Luis Sanchidrián , profesor de Geografía de la Universidad de Córdoba y director del proyecto de investigación de la cueva. "Ateniéndonos a las fechas y los paradigmas de poblaciones de Europa por los sapiens, esos carbones los llevaron allí los neandertales", explica Sanchidrián
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| Vista panorámica de la cueva de Nerja con la zona abierta al público en la parte inferior. iicn |
El investigador dice que los datos suponen "una revolución". Si realmente las pinturas tuvieran esa antigüedad, serían de largo las más antiguas de Europa. Más aún, si realmente fueron los neandertales quienes las pintaron, las figuras de Nerja serían las únicas imágenes pintadas por esta especie que se conocen y demostrarían que los primos de los sapiens conocían el arte.
El tirón de la propuesta ha sido tal que algunos se han tirado a la piscina sin saber si hay agua. El primero en hacer la carpa ha sido Manuel Pimentel, exministro de Trabajo con Aznar y gran aficionado a la arqueología. "Es un descubrimiento cósmico", aseguró Pimentel durante una entrevista con Iker Jiménez para el programa Cuarto Milenio, en la que no dudó de que las pinturas de Nerja eran cosa de neandertales. "Yo convivo con los neandertales en muchas grutas, en muchas cuevas", añadió, enigmático.
Las imágenes de seis focas podrían ser el primer caso de pintura neandertal
La propuesta de Sanchidrián puede no ser descabellada, pero carece de base científica. Para tenerla, sus datos deben publicarse en una revista y ser contrastados, algo que aún no se ha hecho porque, según explica el profesor, su equipo "quiere datar más muestras" para hacer un "corpus contundente". Hasta entonces, sus hipótesis no son más que "palabras que se lleva el viento", según Antonio Rosas, investigador del CSIC experto en los neandertales desenterrados en la cueva de El Sidrón, en Asturias.
Los dibujos supuestamente neandertales de las estalactitas de Nerja fueron descubiertos en 1970. Para llegar a ellos hay que abrirse camino un kilómetro cueva adentro y son necesarias cuerdas y equipo de espeleología, explica Antonio Garrido, conservador de la cueva y presidente del instituto de investigación adscrito a ella. El lugar, de acceso restringido, es como un santuario "al que no se llega por casualidad" y cuya angostura contrasta con los grandes volúmenes de esta cueva de 300.000 metros cúbicos. Ante aquellas formas ambiguas, los investigadores bautizaron el lugar como "camarín de los pisciformes". Después se interpretó que eran en realidad seis focas.
"Sus características formales resultan únicas en todo el universo del arte paleolítico, no tienen parangón con nada", resalta Sanchidrián. "Las fechas nos dicen que los neandertales estuvieron arrastrándose en el minúsculo camarín de las focas de Nerja y esto es un bombazo", celebra.
El conservador de Nerja no tiene las manos vacías. Además de las nuevas dataciones, en la cueva de Nerja han aparecido "raederas neandertales", según Garrido. Además hay abundantes restos de animales, incluidas focas. "Este era un lugar para comer y descansar", apunta el conservador. Por ahora, no hay huesos de neandertal, y sí de Homo sapiens posteriores. Sí hay neandertales en Zafarraya, otro yacimiento a unos 18 kilómetros datado en unos 30.000 años. Más al oeste, en Gibraltar, vivieron neandertales hasta hace unos 28.000 años. Después la especie desaparece dejando tras de sí uno de los mayores casos sin resolver de la evolución humana.
Probar que el camarín lo pintaron los neandertales sería demostrar que esta especie conocía el arte, algo que, por ahora, sigue reservado a los sapiens. Otras capacidades simbólicas, como el uso de adornos y tintes cosméticos, sí han sido demostrado en yacimientos españoles como la cueva de los Aviones, en Murcia.
"No me sorprendería que esas pinturas fuesen neandertales", opina Javier Baena, investigador de la Universidad Autónoma de Madrid. "El problema es que no es la opción más plausible, sino la más rompedora", matiza el investigador, que está buscando restos neandertales en Higueral-Guardia, otro yacimiento malagueño. "Los trazos de Nerja dejan una interpretación formal muy abierta y, si fueran focas, no serían las únicas, ya que existen interpretaciones similares en arte rupestre del Cantábrico", advierte.
Las dataciones de Nerja son por ahora una excepción que no tumba la regla. De las 34 dataciones que se han hecho aquí hasta la fecha, sólo cuatro han arrojado las épocas tempranas que permitirían asociar las pinturas del camarín a los neandertales, según Garrido. Otras dataciones anteriores de las pinturas habían arrojado hasta ahora fechas de unos 24.000 años, añade.
El experto reconoce que de las muestras de carbón del suelo a las pinturas y su autor hay un gran trecho. De hecho, puede que hubiese allí alguien con una antorcha hace 43.000 años y que después fueran otros los que pintasen las paredes.
"No es descabellado que esta zona fuese un último reducto neandertal", señala Garrido, que no pone la mano en el fuego: "Nosotros no hemos dicho que sean neandertales", asegura.
Falta financiación
Si algo tiene claro Garrido es que en Nerja "se cuece algo musteriense [el tipo de herramientas neandertales]". Los investigadores quieren realizar una nueva datación más precisa de las pinturas. Los pigmentos de óxido de hierro con las que están hechas no se pueden datar directamente, ya que se destruiría la pintura, explica Sanchidrián. "Queremos datar una pequeña capa de calcita que cubre algunos trazos, eso sería ya definitivo", apunta el experto. Además hay aún otras muestras orgánicas que deben aún ser datadas y que podrían contribuir a inclinar la balanza a favor de los neandertales.
Todo eso depende de una financiación que en la actualidad está congelada. "El proyecto está paralizado por falta de subvención", señala Sanchidrián.
El parón se debe al cambio de gerente de la Fundación Cueva de Nerja, que es la encargada de financiar la conservación gracias al dinero que aportan las entradas que se cobran al público. El nombramiento del nuevo gerente corresponde al nuevo subdelegado del Gobierno nombrado por el PP. Hasta entonces, los investigadores están usando parte del presupuesto aprobado en 2009 para pagar "análisis", concluye Garrido.
Los dibujos supuestamente neandertales de las estalactitas de Nerja fueron descubiertos en 1970. Para llegar a ellos hay que abrirse camino un kilómetro cueva adentro y son necesarias cuerdas y equipo de espeleología, explica Antonio Garrido, conservador de la cueva y presidente del instituto de investigación adscrito a ella. El lugar, de acceso restringido, es como un santuario "al que no se llega por casualidad" y cuya angostura contrasta con los grandes volúmenes de esta cueva de 300.000 metros cúbicos. Ante aquellas formas ambiguas, los investigadores bautizaron el lugar como "camarín de los pisciformes". Después se interpretó que eran en realidad seis focas.
"Sus características formales resultan únicas en todo el universo del arte paleolítico, no tienen parangón con nada", resalta Sanchidrián. "Las fechas nos dicen que los neandertales estuvieron arrastrándose en el minúsculo camarín de las focas de Nerja y esto es un bombazo", celebra.
"No me sorprendería que fuese así, pero no es lo más plausible", dice un experto
El conservador de Nerja no tiene las manos vacías. Además de las nuevas dataciones, en la cueva de Nerja han aparecido "raederas neandertales", según Garrido. Además hay abundantes restos de animales, incluidas focas. "Este era un lugar para comer y descansar", apunta el conservador. Por ahora, no hay huesos de neandertal, y sí de Homo sapiens posteriores. Sí hay neandertales en Zafarraya, otro yacimiento a unos 18 kilómetros datado en unos 30.000 años. Más al oeste, en Gibraltar, vivieron neandertales hasta hace unos 28.000 años. Después la especie desaparece dejando tras de sí uno de los mayores casos sin resolver de la evolución humana.
Probar que el camarín lo pintaron los neandertales sería demostrar que esta especie conocía el arte, algo que, por ahora, sigue reservado a los sapiens. Otras capacidades simbólicas, como el uso de adornos y tintes cosméticos, sí han sido demostrado en yacimientos españoles como la cueva de los Aviones, en Murcia.
"No me sorprendería que esas pinturas fuesen neandertales", opina Javier Baena, investigador de la Universidad Autónoma de Madrid. "El problema es que no es la opción más plausible, sino la más rompedora", matiza el investigador, que está buscando restos neandertales en Higueral-Guardia, otro yacimiento malagueño. "Los trazos de Nerja dejan una interpretación formal muy abierta y, si fueran focas, no serían las únicas, ya que existen interpretaciones similares en arte rupestre del Cantábrico", advierte.
Según el director de la investigación de la cueva, los datos son "una revolución"
Las dataciones de Nerja son por ahora una excepción que no tumba la regla. De las 34 dataciones que se han hecho aquí hasta la fecha, sólo cuatro han arrojado las épocas tempranas que permitirían asociar las pinturas del camarín a los neandertales, según Garrido. Otras dataciones anteriores de las pinturas habían arrojado hasta ahora fechas de unos 24.000 años, añade.
El experto reconoce que de las muestras de carbón del suelo a las pinturas y su autor hay un gran trecho. De hecho, puede que hubiese allí alguien con una antorcha hace 43.000 años y que después fueran otros los que pintasen las paredes.
"No es descabellado que esta zona fuese un último reducto neandertal", señala Garrido, que no pone la mano en el fuego: "Nosotros no hemos dicho que sean neandertales", asegura.
Falta financiación
Si algo tiene claro Garrido es que en Nerja "se cuece algo musteriense [el tipo de herramientas neandertales]". Los investigadores quieren realizar una nueva datación más precisa de las pinturas. Los pigmentos de óxido de hierro con las que están hechas no se pueden datar directamente, ya que se destruiría la pintura, explica Sanchidrián. "Queremos datar una pequeña capa de calcita que cubre algunos trazos, eso sería ya definitivo", apunta el experto. Además hay aún otras muestras orgánicas que deben aún ser datadas y que podrían contribuir a inclinar la balanza a favor de los neandertales.
Todo eso depende de una financiación que en la actualidad está congelada. "El proyecto está paralizado por falta de subvención", señala Sanchidrián.
El parón se debe al cambio de gerente de la Fundación Cueva de Nerja, que es la encargada de financiar la conservación gracias al dinero que aportan las entradas que se cobran al público. El nombramiento del nuevo gerente corresponde al nuevo subdelegado del Gobierno nombrado por el PP. Hasta entonces, los investigadores están usando parte del presupuesto aprobado en 2009 para pagar "análisis", concluye Garrido.
NUÑO DOMÍNGUEZ, publico.es
08/02/2012
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NEANDERTAL
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