sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

21st International Radiocarbon Conference


The 21st International Radiocarbon Conference is co-­‐organized by the French Radiocarbon community and UNESCO. It will be hosted at UNESCO Headquarters in Paris, France, from 9 to 13 July 2012. The interdisciplinary nature of UNESCO provides an ideal platform for this international Conference, cutting across numerous scientific disciplines as well as cultural aspects.
The Radiocarbon conferences are recurrent events organized every 3 years. They are designed by and for the international scientific community of Radiocarbon users. It is a worldwide forum to discuss and exchange recent developments, new ideas and challenges on the merging research fields of Radiocarbon. After long being used as a “chronometer” only, 14C now appears as a powerful tracer of life and earth system processes. For this reason, besides the traditional sessions of 14C such as calibration, archaeology and palaeoenvironmental studies, the 21st International Radiocarbon Conference opens up to a broader range of scientific disciplines that make use of 14C as tracer of fluxes and processes, such as hydrology, ocean sciences, medicine, ecology as well as other unusual applications (forensic, certification,...). A special focus will be given to the efforts linking observations and models to produce accurate predictions across multiple spatial and time scales.
Radiocarbon 2012 will offer a comprehensive and original scientific programme which will combine plenary and parallel sessions, poster presentations, workshops and a number of side events. Worldwide experts are invited to contribute to the elaboration of this programme by submitting abstracts pertinent to the themes and topics of the Conference. High-­‐level speakers from different disciplines will set the scene, provide updates on latest developments and address burning issues. In addition to this full scientific immersion in the Radiocarbon world, the city of Paris will provide a delightful surrounding to spend time with old friends, make new ones.

PROGRAMA AQUI

As profissões da Arqueologia

ver em

Quaternary International


Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology

Geomorphology

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Arte Rupestre na Bacia Hidrográfica do Tejo


Metal as a Measure for Wealth

There will be a conference in Italy in April on experimentation with Ancient Minting, taking place 13-15 April, at the Antiquitates Centre for Experimental Archaeology, Civitella Cesi (Blera-VT). Antiquitates is EXARC member.


Program
· Friday: Experimentation and dissemination of scientific knowledge
· Saturday: Experimentation and metallurgic archaeology
· Sunday: Poster session and Concluding discussion

The registration fee is EUR 50. This covers attendance of all congress sessions and also the meals. Payments can be made on site at the registration. A registration form can be obtained from: archeosperimentale@antiquitates.it.

Last year’s conference at the Antiquitates Centre laid the groundwork for establishing a protocol on how to conduct scientific experiments that would be agreed to and accepted by everyone concerned. One of the aims of the upcoming conference is to pursue a debate aimed at working out common strategies and methodologies that can open the way to an innovative conception of archaeometallurgic experimentation. The program has two purposes: first, to review the potential and applications of experimental archaeology in teaching and disseminating knowledge of the numismatic branch of ancient metallurgy; and second, to bring together scholars of archaeometallurgy and of ancient and medieval numismatics and professional European-level experimenters, in order to analyse the problems of this field of study and contribute to the drafting of an international experimentation protocol. During the three-day meetings, experts and experimenters will join forces to suggest and plan the best methods to obtain the maximum scientific results from the experiments. These methods will be field-tested at the Antiquitates Centre.

“Do Mar Aberto ao Mare Internum”

"Do Mar Aberto ao Mare Internum” é o título da exposição que abre dia 22 de janeiro, às 17 horas, , no Centro de Interpretação de Vila do Bispo e na Fortaleza de Sagres, no âmbito das comemorações do dia do município de Vila do Bispo.
O evento resulta de uma parceria entre a Direção Regional de Cultura do Algarve, a Universidade do Algarve e a Câmara Municipal de Vila do Bispo, coproduzida com a Associação Livre Fotógrafos do Algarve (ALFA).
Comissariada por João Pedro Bernardes, a exposição dará conta dos principais resultados das investigações arqueológicas desenvolvidas pela Universidade do Algarve nos últimos anos nos sítios romanos da Boca do Rio e do Martinhal no âmbito do projeto Ceratonia – «A Exploração dos Recursos Marinho no Algarve durante a época Romana».
Organiza-se em dois núcleos expositivos: um, patente no Centro de Interpretação de Vila do Bispo, é dedicado ao sítio pesqueiro romano da Boca do Rio; no outro núcleo expositivo, que pode ser visitado na Fortaleza de Sagres, será apresentado o centro oleiro romano da praia do Martinhal.
Os dois sítios estão relacionados com a exploração, transformação e exportação de recursos piscícolas entre os séculos III e V.
O sítio da Boca do Rio está referenciado desde o século XVIII, quando o tsunami decorrente do terramoto de 1755 colocou à vista extensas ruínas.
Parcialmente escavado no século XIX pelo arqueólogo algarvio Estácio da Veiga, o sítio é composto por uma extensa área com tanques para preparados de peixe, armazéns, um balneário e uma residência ricamente decorada com estuques pintados e pavimentos de mosaico.
Apesar do sítio ter sido ocupado desde o século I ao século V, é no século III e IV d.C. que atinge o seu máximo esplendor, fruto da intensa atividade exportadora de preparados de peixe a que então o Algarve se dedicava.
Devido ao recuo da linha de costa, este sítio romano tem sido muito afetado pela erosão marítima nos últimos anos, o que levou a Universidade do Algarve e a Direção Regional da Cultura do Algarve a fazer escavações no local para salvar um pavimento de mosaico.
Outros, que se podem ver no museu de Lagos, já tinham sido resgatados por José Formosinho nos anos 30 do século passado.
A exposição, para além de mostrar a história das investigações sobre o sítio, apresenta os resultados dos trabalhos arqueológicos desenvolvidos nos últimos anos através de painéis e uma pequena mostra de materiais recolhidos no local.
Na praia do Martinhal localizou-se um sítio romano ainda no século I d. C que foi convertido num grande centro oleiro a partir de meados do século III e que funcionou até inícios do V.
Aqui foram produzidas em larga escala ânforas que se destinavam a envasar preparados de peixe, produzidos em vários sítios do Algarve como em Boca do Rio, exportados para toda a bacia do Mediterrâneo.
O sítio, identificado desde o século XIX e parcialmente escavado inicialmente nos anos 80 do século passado, tem vindo a ser destruído pelo recuo da falésia onde se encontravam os fornos de ânforas.
As escavações antigas e as realizadas pela Universidade do Algarve nos últimos anos já permitiram reconhecer 10 fornos e um enorme edifício, com uma cisterna com capacidade para armazenar mais de 1000 mil litros de água, onde trabalhavam os oleiros.
A presente exposição mostra os trabalhos de escavação efetuados no local, bem como as principais produções cerâmicas que ali se fabricaram entre o século III e inícios do V.

Ria Formosa acumula oito mil anos de sedimentos

Investigadores procuram conhecer melhor o sistema lagunar mais extenso do País 

Ria Formosa é o mais importante sistema lagunar do País
Uma equipa do Centro de Investigação Marinha e Ambiental (CIMA) da Universidade do Algarve iniciou uma campanha de sondagens na Ria Formosa para conhecer detalhadamente a estrutura de sedimentos do mais importante sistema lagunar de Portugal.

Os objectivos do estudo incluem reconstruir a sequência de processos que levaram o sistema à sua morfologia actual, verificar a importância que teve no processo formativo a antiga rede fluvial, inventariar a retenção do carbono orgânico no sistema, reconstruir a história da ocupação humana da área ribeirinha e produzir uma aplicação multimédia didática e de apoio à gestão que abranja o funcionamento das principais componentes da Ria Formosa.

Notícia em Ciência Hoje 
2012-01-16 Por Susana Lage

American Journal of Primatology

Trabajos de Prehistoria


Ilustración de cubierta: Diente de cachalote perforado con bisonte grabado
(cueva de Las Caldas, Asturias, España). Fotografía de Olivia Rivero.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Três mil pinturas rupestres encontradas no México

Caçadores-recolectores dos primeiros mil anos da nossa era foram os autores das pinturas

Descoberta foi feita durante a quarta temporada de investigação do projecto «Arte Rupestre na bacia do Rio Victoria»

Mais de três mil pinturas rupestres em 40 rochas, foram encontradas a noroeste de Guanajuato (México) por investigadores do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH, Conselho Nacional de Cultura mexicano). As imagens estão relacionadas com vários tipos de rituais e cultos e foram realizadas por sociedades de caçadores-recolectores que habitaram aqueles sítios entre o século I e X d.C.

Encontraram-se, igualmente, representações religiosas e outras inscrições correspondentes à época colonial feitas por comunidades Otomis (indígenas da zona central do México) e outras por fazendeiros e religiosos nos séculos XIX e XX.

Notícia completa em CiênciaHoje
2012-01-11

Oxford Journal of Archaeology

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

"Os signos do quotidiano. Gestos, marcas e símbolos no al-Ândalus"


O Campo Arqueológico de Mértola vai realizar no dia 14 de Janeiro um colóquio intitulado "Os signos do quotidiano. Gestos, marcas e símbolos no al-Ândalus", temática sobre a qual versa a exposição com o mesmo título que se encontra em exibição desde o mês de Maio na Casa Amarela, sede do Campo Arqueológico de Mértola. O colóquio será seguido da apresentação do catálogo da exposição e do livro Mesquita - Igreja de Mértola (nova edição).

Sendo o Vaso de Tavira, peça encontrada pelos arqueólogos Maria e Manuel Maia, uma das peças centrais no discurso da exposição e do respectivo catálogo, que estava a ser preparado na altura do falecimento da arqueóloga Maria Maia, pareceu-nos obvio render com a obra e com o encontro, uma pequena homenagem a esta investigadora.

X Congresso Internacional da Cerâmica Medieval no Mediterrâneo

A décima edição do Congresso Internacional da Cerâmica Medieval no Mediterrâneo será realizada entre os dias 22 e 27 de Outubro de 2012, em Silves, sendo organizado no âmbito de uma parceria entre a Câmara Municipal de Silves, a Associação Internacional para o Estudo da Cerâmica Medieval no Mediterrâneo, o Campo Arqueológico de Mértola e o Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto.

Calendário:
1 de Novembro - 31 de Janeiro de 2012. Recepção de propostas de comunicação/poster.
Março de 2012. Comunicação da aceitação das propostas.
1 Abril de 2012 - 22 de Outubro de 2012. Divulgação do programa do congresso e inscrição dos participantes.
22 a 27 de Outubro de 2012. Realização do congresso.