sexta-feira, 30 de setembro de 2011

IV Jornadas do Quaternário


Where the Wild Things Are' Conference 2012


Conference Information
In recent years research in the Palaeolithic and Mesolithic worldwide has been breaking boundaries, such as pushing back the earliest dates for the human occupation of Britain, the identification of a new species of hominin, cracking the Neanderthal genome and the discovery of the UK’s earliest Mesolithic house. This two-day conference aims to celebrate this trend, providing a forum where both postgraduates and other academics can present new research in a friendly environment.

Registration includes both days of conference papers, tea/coffee and lunches. There will be no discount for one day of attendance. The early conference registration deadline is March 2, 2012. The abstract submission deadline is December 17, 2011 for all sessions.

Mais informações em wildthingsconference.com

da Terra e do Mar ...

OUTUBRO é o grande mês para a UNIARQ e para a Arqueologia na Faculdade de Letras, com quatro semanas temáticas:

1ª SESSÃO "da Terra e do Mar" (presidida por João Luís Cardoso e organizada por Cleia Detry)
4 de Outubro, anfiteatro 3, a partir das 14 h
  • Randi Danielsen (Lab. Arqueociências Igespar): Paleobotânica - plantas que contam historia
  • Manuela Coelho (UNIARQ): Moluscos e conchas: o estudo da malacofauna como contributo para a interpretação de contextos arqueológicos
  • Sónia Gabriel (Lab. Arqueociências Igespar): Ictioarqueologia: apontamentos para uma disciplina em construção
  • Simon Davis (Lab. Arqueociências Igespar): A importância de tirar medidas em Zooarqueologia
  • Cleia Detry (UNIARQ): Introdução de animais exóticos: o que a Zooarqueologia pode contar

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

4º Ciclo de Conferências - ARQUEOLOGIA E ANTROPOLOGIA. Territórios de Fronteira

Journal of Archaeological Science

AIA Online Fieldwork Photo Contest



Vote now to help choose the winner of the AIA’s first online archaeological fieldwork photo contest! The winner will receive a complimentary year of membership to the AIA and the top photo(s) will be featured in the AIA’s 2012 Calendar.

Return through September 30th to vote for your favorite photos!
To view photo contest submissions & vote now, click a category below:

  • Calendar Cover Finalists
  • Archaeology is Teamwork
  • Tools of the Trade
  • Fabulous Finds
  • Architecture
  • Archaeological Landscapes
  • Sunsational
  • Life of an Archaeologist

(as duas fotos portuguesas a concurso)

terça-feira, 27 de setembro de 2011

III Seminario de Tecnología Prehistórica: "La Talla Laminar: Métodos y Técnicas"


Mais informações AQUI

Relembrando os nosso CIENTISTAS...

O Centro Ciência Viva de Tavira e o Ria Shopping aliaram-se, pela 3ª vez, para criar em Olhão um espaço onde se comemora a Noite Europeia dos Investigadores.

Para além das várias actividades do tipo “mão na massa” no espaço dos expositores, onde a oportunidade de interacção entre cientistas e público surgirá, haverá ainda tempo para teatro, música e uma tertúlia gigante com conversa e debates que se antevêem informais, formativos e muito divertidos.

O NAP, enquanto unidade de investigação vocacionada para a promoção e execução de investigação nos domínios da Arqueologia e das Arqueociências, esteve presente nesta iniciativa.


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Un cráneo de Nigeria apunta a un cruce entre sapiens modernos y arcaicos


Un nuevo estudio de un viejo fósil hallado en África apunta que humanos modernos como los de hoy conocieron e incluso procrearon con otros más arcaicos. La nueva datación de los restos, hallados en 1965 al suroeste de Nigeria, prueba que aquellos humanos primitivos sobrevivieron en África Occidental hasta hace unos 13.000 años, apenas un suspiro en términos evolutivos. 

A los neandertales ibéricos también les gustaba el marisco

El descubrimiento ha sido realizado en la Cueva Bajondillo, en Torremolinos (Málaga) y supone el vestigio más antiguo de consumo de moluscos por parte de esta especie

Moluscos marinos y percebes,
un crustáceo cirrípedo de la familia
Scalpellidae que crece sobre las rocas
www.plosone.org
Un grupo de investigadores ha constatado que los neandertales ibéricos comían marisco hace 150.000 años, un descubrimiento realizado en la Cueva Bajondillo, en Torremolinos (Málaga), y que supone el vestigio más antiguo de consumo de moluscos por parte de esta especie encontrado hasta el momento.

Los resultados de este trabajo se publican en la revista PLoS ONE y son fruto de una colaboración de investigadores portugueses, ingleses, japoneses y españoles, que han liderado el estudio.

"Este descubrimiento sitúa a Cueva Bajondillo como el registro más antiguo de esta actividad en neandertales, ya que hasta ahora la prueba más arcaica localizada no superaba los 50.000 años", ha detallado Francisco Jiménez Espejo, investigador del Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC).

Según este experto, este descubrimiento no sólo es una cuestión de fechas, sino que "ya que tiene importantes implicaciones para el conocimiento de la evolución humana".

En este sentido, ha explicado que "muchos investigadores argumentan que el marisqueo es uno de los comportamientos que define a los humanos modernos y, en cierta medida, una ventaja adaptativa que permitió que el Homo sapiens se expandiera".

Sin embargo, ha continuado, esta investigación demuestra que, "en el mismo momento, los Homo sapiens del sur de África y los Homo neanderthalensis asentados en el sur de la Península Ibérica aprovechaban estos recursos".

Y es que hasta ahora los investigadores creían que las prácticas más antiguas de marisqueo las había realizado el Homo sapiens, según los hallazgos realizados en el yacimiento de Pinnacle Point (Sudáfrica), también hace unos 150.000 años.

Cueva Bajondillo cuenta con un registro compuesto por 19 estratos arqueológicos que supera los 150.000 años de antigüedad.

En ella se han documentado hasta la fecha, según ha informado el CSIC en una nota, indicios de asentamientos del Paleolítico medio, el Paleolítico superior, el Epipaleolítico y el Neolítico.

Este trabajo lo ha liderado el profesor de la Universidad de Sevilla Miguel Cortés Sánchez.

In Lavanguardia.com  | 15/09/2011 - 08:02h

Archaeometry


sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Um Olhar Pela Pré-História do Espichel

A exposição "Um Olhar Pela Pré-História do Espichel", organizada pelo Centro Português de Geo-História e Pré-História, no Museu Nacional de Arqueologia e que apresenta os trabalhos de Investigação arqueológica que este Centro tem vindo a desenvolver no Espichel, desde 1998.
A inauguração será no próximo dia 15, pelas 18.30.

A história da humanidade passará a contar-se a partir do "Australopithecus sediba"?

A aventura humana poderá ter começado com o "Australopithecus sediba", que pode ser o antepassado do "Homo erectus", o mais antigo representante do género humano reconhecido pelos cientistas. O ponto de partida para esta afirmação são dois fósseis com 1,9 milhões de anos encontrados numa gruta na África do Sul e que são agora descritos pormenorizadamente em cinco artigos na revista "Science".

Os fósseis mostram um cérebro surpreendentemente avançado mas pequeno, uma mão muito evoluída com um longo polegar como o dos humanos, uma pélvis moderna mas um pé e um tornozelo nunca vistos em nenhum hominino [os humanos e todos os seus antepassados evolutivos]”, descreve Lee Berger, da Universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo, o coordenador da equipa internacional que estudou os esqueletos fossilizados de um jovem de 10 a 13 anos e de uma fêmea de 20 a 30 anos de "Australopithecus sediba".

Os fósseis, descritos pela primeira vez em 2010, estão muito bem conservados e os esqueletos bastante completos — o que é pouco frequente, e os cientistas conseguem tirar uma quantidade inacreditável de informação de um osso ou de um dente. Datam de um período crucial na evolução humana, e do qual existem poucos fósseis esclarecedores.

Os estudos publicados agora na "Science" debruçam-se sobre as mãos do "Australopithecus sediba" — antes, só se tinham analisado com precisão mãos de Neandertal —, os pés, a pélvis e o interior do crânio, para ter uma ideia das suas dimensões e forma.

Com esta análise detalhada, os cientistas defendem que o "Australopithecus sediba" é uma espécie de transição, já a aproximar-se dos humanos. “As muitas características avançadas no corpo e no cérebro fazem dele o melhor candidato para ser o antepassado do nosso género, o género 'Homo', mais do que anteriores descobertas, como o 'Homo habilis'”, diz Berger, num comunicado da sua universidade.

Mas o mais interessante desta descoberta pode nem ser a reviravolta na árvore evolutiva humana, defendida pela equipa de Berger, sublinham alguns paleoantropólogos conceituados. “Estes artigos são dos mais interessantes publicados nos últimos anos. Mas não pelos motivos que os seus autores julgam”, comentou ao "New York Times" Bernard Wood, da Universidade George Washington. Ver a evolução em acção é o mais interessante. Ian Tattersal, do the Museu Americano de História Natural (Nova Iorque), comentou que os fósseis mostram “que a evolução fazia muitas experiências naquela altura”, em declarações ao mesmo jornal. “O género 'Homo' surgiu desta fermentação evolutiva.”

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Noite Europeia dos Investigadores 2011

O Centro Ciência Viva de Tavira e o Ria Shopping aliaram-se, pela 3ª vez, para criar em Olhão um espaço onde se comemora a Noite Europeia dos Investigadores. Para a NEI2011 e no âmbito das comemorações do Dia Mundial do Mar (25 de Setembro), as actividades serão maioritariamente subordinadas ao tema do Mar. Não será apenas uma noite de comemoração, mas um dia inteiro cheio de dinamismo!

Para além das várias actividades do tipo “mão na massa” no espaço dos expositores, onde a oportunidade de interacção entre cientistas e público surgirá, haverá ainda tempo para teatro, música e uma tertúlia gigante com conversa e debates que se antevêem informais, formativos e muito divertidos.

No ano passado foi assim....


... esperamos por ti este ano também!

Geomorphology


Modelling land dynamics in mountainous watersheds
Edited by Kang-Tsung Chang, Antonie Veldkamp and Marco Borga