sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Quaternary International


FLAKES NOT BLADES - Discussing the role of flake production at the onset of the Upper Palaeolithic

From the 17th to the 18th of March 2011 the Neanderthal Museum (in cooperation with the CRC 806 'Our way to Europe') together with the University of Ferrara will host the workshop at the Neanderthal Museum in Mettmann.

Flakes not Blades – Discussing the role of flake production at the onset of the Upper Palaeolithic

Workshop program:


Important dates
Deadline for...
  • ... full paper (6-12 pages) for workshop proceedings: April 15th, 2011
  • ... poster application (DIN A0 - upright format): February 15th, 2011
  • ... Pre-Registration Fee € 25,- (March 01, 2011)
  • ... On-Site Registration Fee € 25,-


Call for posters
Information for ...



For all information please have a look on the internet page: 

5º Congresso do Neolítico Peninsular...

Mesas Redondas:

MESOLÍTICO E NEOLÍTICO ANTIGO
(MODELOS DE TRANSIÇÃO OU SUBSTITUIÇÃO TÉCNICA E SOCIAL)
Presidida por Pablo Arias, da Universidade de Santander, participam João Zilhão (UNIARQ e Universitat de Barcelona), Joaquina Soares (MAEDS), Mariana Diniz (UNIARQ), Nuno Bicho (UNIARQ)
Lugar: Museu Nacional de Arqueologia

MEGALITISMOS
(ESTRUTURAS E SUBSISTEMAS EM MUDANÇA)
Presidida por Victor S. Gonçalves, da UNIARQ, participam Ana Catarina Sousa (UNIARQ), João Luís Cardoso (UNIARQ), Juan Antonio Cámara (Universidade de Granada), Rui Boaventura (UNIARQ)
Lugar: Casa das Histórias Paula Rego, Cascais

Quaternary Research


SEGUNDA CIRCULAR - JIA 2011

CONVOCATÓRIA DE COMUNICAÇÕES ORAIS E POSTERS

Terminado o prazo de entrega de propostas de sessões temáticas para o JIA 2011, os Comités Organizador e Científico levaram a cabo um processo de selecção do qual foram apuradas um total de 13 sessões.
Com a publicação desta segunda circular damos início ao período de submissão de propostas de participação dentro das sessões temáticas – mediante comunicação oral ou poster – e de posters de temática livre (aceitam-se apenas propostas em português, castelhano e inglês). Qualquer proposta que não cumpra quer o prazo de envio, quer os limites abaixo expostos não será aceite.

1. ENVIO DE COMUNICAÇÕES ORAIS E POSTERS PARA AS SESSÕES TEMÁTICAS
Os resumos das propostas de comunicação oral ou poster para cada sessão temática devem ser enviados, até ao dia 11 de Março, para os coordenadores de cada sessão, cujos dados de contacto poderão encontrar junto do resumo de cada sessão (vide sessões).
As propostas devem ser enviadas em formato Word (.doc ou .docx), contendo a seguinte informação:
  • Título da comunicação oral ou poster
  • Nome e ligação institucional dos autores
  • Palavras-chave (máximo 4 palavras)
  • Resumo (máximo 250 palavras)


2. ENVIO DE POSTERS DE TEMÁTICA LIVRE
No sentido de permitir a participação do maior número de jovens arqueólogos nas jornadas, a organização do JIA 2011 oferece ainda a possibilidade de participação através de posters de temática livre.As propostas devem ser enviadas, até ao dia 11 de Março, para o endereço posters@jia2011.com em formato Word (.doc ou .docx) contendo a seguinte informação:
  • Título do poster
  • Nome e ligação institucional dos autores
  • Palavras-chave (máximo 4 palavras)
  • Resumo (máximo 250 palavras)


LIMITES DE PARTICIPAÇÃO
Cada participante só poderá contribuir com uma comunicação dentro de cada sessão temática;
Cada participante só poderá contribuir com um poster em todo o congresso, seja dentro das sessões temáticas ou fora destas;
Só poderão participar no JIA 2011 os investigadores que não tenham obtido o doutoramento antes da celebração das mesmas.

INSCRIÇÕES
A partir do dia 1 de Fevereiro iniciar-se-á o período de formalização de inscrições no website www.jia2011.com.

O valor da inscrição até 15 de Abril será de:
  • 50 euros com actas;
  • 30 euros sem actas.

Após esta data o valor será de:
  • 60 euros com actas;
  • 40 euros sem actas.


DATAS
Submissão de propostas de comunicações orais e posters: até 11 de Março de 2011
Publicação do programa do JIA 2011: 13 de Março de 2011
Período de formalização das inscrições no JIA 2011: de 1 de Fevereiro a 1 de Maio de 2011

CONTACTOS
E-mail: secretaria@jia2011.com
Mais informações em www.jia2011.com

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

5º Congresso do Neolítico Peninsular

O 5º Congresso do Neolítico Peninsular, organizado pelo Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa (UNIARQ), realizar-se-á, em Lisboa, na Universidade de Lisboa, entre os dias 7 e 9 de Abril de 2011.
Os interessados em participar com comunicação ou poster podem submeter as suas contribuições em qualquer domínio de investigação sobre o Neolítico peninsular. Os resumos (até 200 palavras) devem ser enviados por correio electrónico para a caixa de correio do Congresso.

Inscrição e Submissão de Resumos: até 17 de Janeiro de 2011
Resposta aos autores: até 15 de Fevereiro de 2011
Inscrições sem comunicação/poster podem ser efectuadas até à realização do Congresso.

Contactos
Fax: +351 217920059
Email: cnp5@fl.ul.pt

A Comissão
Victor S. Gonçalves (UNIARQ - FLUL)
Mariana Diniz (UNIARQ - FLUL)


Mais informações em http://www.fl.ul.pt/cnp5/

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Torques, braceletes e arrecadas do território português

Torques, braceletes e arrecadas do território português: técnicas de fabricação, ligas metálicas e mecanismos de alteração

APTDC/HIS-HIS/114698/2009 - PROJECTO DE INVESTIGAÇÃO APRESENTADO PELO MNA APROVADO PELA FCT

O Museu Nacional de Arqueologia (MNA) viu ser aprovado o financiamento pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) do projecto designado por: “A ourivesaria em ouro do Ocidente Peninsular Atlântico (Idade do Bronze - Idade do Ferro). Torques, braceletes e arrecadas do território português: técnicas de fabricação, ligas metálicas e mecanismos de alteração”.

O principal objectivo deste projecto, no qual convergem entidades e profissionais nos domínios da investigação e da gestão de património cultural, consiste em melhorar e aprofundar o conhecimento deste período arqueológico, a proveniência dos artefactos e contribuir para o estudo da corrosão dos objectos em ouro e suas ligas.
Espera-se que este projecto possa vir a contribuir, de forma efectiva, para o desenvolvimento de novas perspectivas e abordagens de investigação, na medida em que se trata de um primeiro passo para um estudo analítico completo da ourivesaria arcaica nacional.
A equipa de investigação será liderada por Maria Filomena Guerra, directora de investigação CNRS, no Laboratoire du Centre de Recherche et de Restauration des Musées de France.
O projecto será apresentado em sessão pública no próximo dia 3 de Fevereiro, às 17h30m, nas instalações do Museu Nacional de Arqueologia e contará com as intervenções do director e conservadora da colecção, assim como da investigadora responsável pelo Projecto.

Apresentações: 3 de Fevereiro, 17,30h, no Museu Nacional de Arqueologia

Ø Luís Raposo e Ana Isabel Santos: A colecção de ourivesaria antiga do MNA
Ø Maria Filomena Guerra: Técnicas físico-químicas aplicadas ao estudo da ourivesaria antiga

domingo, 16 de janeiro de 2011

Murcia. ¿Hubo cruce entre neandertales y sapiens en la Sima de las Palomas?

Se podrían presentar indicios de hibridación y cruce entre ambas especies

El catedrático en paleoantropología de la Universidad de Washington en San Luis Estados Unidos, Erik Trinkaus, ha anunciado este miércoles que alguno de los rasgos anatómicos de los restos de Neandertales encontrados en el yacimiento de la Sima de las Palomas, en el Cabezo Gordo de Torre Pacheco Murcia, suscitan la posibilidad de que hubo cierto intercambio genético con seres humanos modernos, es decir, presentan indicios de hibridación y cruce entre ambas especies.
Trinkaus, que es uno de los paleoantropólogos más prestigiosos en el estudio de los Neandertales, ha hecho estas declaraciones en una rueda de prensa ofrecida junto al antropólogo inglés de la Universidad de Murcia (UMU) que dirige la excavación de la Sima de las Palomas, Michael Walker, y director general de Bellas Artes y Bienes Culturales, Enrique Ujaldón.
Para poner en contexto la importancia del hallazgo, Ujaldón explicó que las tesis más ortodoxas “han negado tradicionalmente” la posible mezcla genética entre el hombre moderno y el hombre de Neandertal, ya extinguido.
En este sentido, el catedrático norteamericano recordó que, en 2010, fue publicado un artículo relevante sobre la verosimilitud de la hibridación entre Neandertales y humanos en Eurasia occidental, aunque precisó que, en Europa, hay muchos restos, tanto Neandertales como de hombre moderno, que ofrecen indicios de la posibilidad de contacto y cruce, en un gran listado de yacimientos.
El profesor estadounidense añadió que, durante el Pleistoceno (periodo comprendido entre 2,5 millones de años y 12.000 años antes del presente), el número de personas “no era muy elevado y cuando los seres humanos entraron en contacto con otros grupos Neandertales, seguramente, los vieron como humanos”. Así, los individuos no tenían grandes posibilidades de elección de pareja, por lo que Trinkaus no estima sorprendente que, de vez en cuando, las relaciones sexuales ocurriesen entre ellos”...

Humanos y neandertales tenían una esperanza de vida similar


Un factor más a tener en cuenta sobre la extinción de los neandertales.

La esperanza de vida de los ‘Homo sapiens‘ arcaicos y los neandertales era muy similar. Ambas especies humanas morían en la madurez en edades similares, según se desprende de un estudio dirigido por Erik Trinkaus, de la Universidad de Washington.
En este trabajo, publicado en la revista ‘Proceedings of National Academy of Science‘, se realiza un estudio comparativo de fósiles de ambas especies, que coexistieron durante 150.000 años en varias regiones de Eurasia, e incluso llegaron a cruzarse en los primeros momentos de su encuentro.
Trinkaus pudo disponer de poco material, porque no se han encontrado muchos huesos, pero si los suficientes como para ver que había casi el mismo número de fósiles de adultos entre 20 y 40 años y de mayores de 40 años tanto entre los ‘sapiens’ como entre los neandertales.
Esta distribución de las edades, según el autor, revela patrones similares en la mortalidad adulta, lo que se opondría a algunas teorías que relacionan la extinción de los neandertales con una esperanza de vida bastante menor. En cambio, Trinkaus propone que la ventaja demográfica para nuestra especie estaría, más bien, en que tenía un índice de fertilidad más elevado y una mortalidad infantil más baja.
Esta hipótesis es compartida por José María Bermúdez de Castro, director científico del Centro Nacional de Investigación sobre Evolución Humana, quien recuerda que la longevidad de los chimpancés y de los humanos sólo se diferencia en seis años: los primeros, en estado natural, viven una media de 50 años y los segundos 56. “Otra cosa es que con los avances médicos y los cuidados podamos alcanzar ahora medias de 75 años o más, pero en estado natural la esperanza de vida nuestra sería como la de los neandertales”, argumenta el experto.
Precisamente estos días, Erik Trinkaus se encuentra trabajando en la Sima de las Palomas, en Murcia, con el equipo de Michael Walker. En este yacimiento se han encontrado una decena de esqueletos neandertales articulados.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Workshop - A Joint Consideration of the Study of Prehistory in Britain and Portugal: Towards a Critical Understanding of Time, Space, Practice and Object in the Prehistoric Past

Location: Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Porto
Dates: Friday 28th (Manhã: Sala 208; tarde: Sala de Reuniões) and Saturday 29th January 2011 (Sala de Reuniões)
Organised By: Sérgio Monteiro-Rodrigues (DCTP-FLUP e CEAUCP) and Lesley McFadyen (DCTP-FLUP e CEAUCP)

Sponsored By: Departamento de Ciências e Técnicas do Património da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (DCTP), Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto (CEAUCP) - Research Group 'Espaços e Territórios da Pré-história', Universidade do Porto, and the Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

This workshop brings together researchers that work on Mesolithic, Neolithic, Chalcolithic, Bronze Age and Iron Age sites in Britain and Portugal. There have been many conferences on monumentality in prehistory, the nature of prehistoric occupation, and the social meaning of space and time in the past. These conferences have been important in introducing several key speakers and their theoretical approaches, and without a doubt they have produced major changes to the ways in which we perceive our archaeological evidence. The focus of all of this thinking has not however come directly from the evidence but from the significance of our perceptions of it, and so often the detail has become secondary to ideas and methodologies. This workshop wants to kick-start discussion by making sure that research comes from, and follows, the materials themselves. The workshop organisers have therefore invited several of the participants to present aspects of the prehistoric sites that they work on, and from this detail we will move back into a series of structured debates on our understandings of time, space, practice and object in the prehistoric past. The workshop organisers have also invited several of the participants to chair and maintain the structure of the debate in each session. The two days are organised as a workshop in order to encourage as much debate as possible about the case studies and the issues that are involved in the study of prehistoric sites. Our conviction is that joint discussion and collaborative knowledge, rather than individual formal presentations, make a more effective medium within which to work.

We welcome the participation of developer-funded archaeologists that undertake research on prehistoric sites, as well as those that study prehistory in the university from the level of Masters Student to Professor. Whilst most of the case studies will be presented in English, we also encourage discussion in Portuguese. The small-scale nature of the event, and the informal setting, are therefore vital in working between the two languages and ensuring understanding.

For further information click here

Descoberta a adega de vinho mais antiga do mundo

Artigo do Journal of Archaeological Science in PÚBLICO

Há evidências que o Homem já produzia vinho há oito mil anos, mas os equipamentos de produção vinícola mais antigos que se conheciam tinham apenas cinco mil. Agora, uma equipa de arqueólogos descobriu numa gruta no Sul da Arménia vestígios arqueológicos de uma adega com mais de seis mil anos de idade.


Os vestígios estão dentro de uma gruta que fica no Sul da Arménia, no Cáucaso (Reuters)

Esta é, para já, a mais antiga adega de vinho, com prensa, cubas de fermentação e vasilhas para armazenamento no local”, disse citado pela AFP Hans Barnard, um dos autores do artigo sobre a descoberta publicado na revista Journal of Archaeological Science. A gruta, que fica perto da cidade de Areni, junto da fronteira com o Irão, já tinha sido notícia em Junho do ano passado devido à descoberta de um mocassim de couro com 5500 anos.
Os artefactos descobertos agora pela equipa internacional de investigadores arménios, irlandeses e norte-americanos dão o panorama geral de como era um unidade de produção de vinho. No local também se identificaram sementes de uva, ramos envelhecidos dos cachos, uvas prensadas, além de copos e taças para beber.
As análises laboratoriais feitas aos resíduos retirados da cuba encontraram pigmentos que só existem nas uvas e nas romãs. As análises às sementes mostraram que as uvas utilizadas são da variedade Vitis vinifera vinifera, a mesma das vinhas de hoje.
Pela primeira vez temos uma imagem arqueológica completa do que foi a produção de vinho há 6100 anos”, disse o arménio Gregory Areshian, co-director da escavação, da Universidade da Califórnia. Os vestígios mais antigos que se conheciam comparáveis com os que foram encontrados agora no Cáucaso, estavam num túmulo com 5100 anos, do rei Escorpião I do antigo Egipto.
A data do sítio arqueológico na Arménia é entre 4100 e 4000 a.C., na altura da Idade do Cobre. Apesar da maioria do conhecimento histórico desta altura se centrar nas civilizações que se desenvolviam no Egipto ou na Mesopotâmia, Gregory Areshian defende que “existiam muitos centros únicos, especializados, de civilização no mundo antigo, que hoje só conseguimos olhar como um mosaico de populações.”
Não se conhece a identidade do povo que habitava aquele local, os cientistas acreditam que as prensas de vinho seriam utilizadas pelos precedentes do povo Kura-Araxes, um dos primeiros povos transcaucasianos. Segundo os investigadores, este vinho seria utilizado em cerimónias fúnebres, já que as prensas e os jarros de vinho estavam junto de túmulos.
Este vinho não era utilizado para [as pessoas] desanuviarem no final do dia”, disse Areshian. “Isto era uma adega relativamente pequena que estava ligada ao local dentro da gruta. Para o consumo diário, eles teriam prensas muito maiores na aldeia.

Trabajos de Prehistoria


Tras la retirada del embargo de acceso en la edición electrónica hasta ahora vigente, todos los contenidos son accesibles a texto completo desde el momento de su publicación.

Este número incluye ponencias presentadas en el Congreso "Archaeometallurgy: Technological, Economic and Social Perspectives in Late Prehistoric Europe (TESME)". Madrid, 27-29 de Noviembre de 2009.

Glossário de Termos Botânicos

Para quem trabalha em arqueobotânica, um bom glossário dá muito jeito. VER AQUI.

Por Rosette Batarda Fernandes, revisto por Fátima Sales (2007)
Este glossário foi inicialmente publicado em Anuário da Sociedade Broteriana 38: 181-292 (1972). Esta nova edição foi revista e actualizada.

A cada termo no glossário segue-se, quase sempre, entre parêntesis, o seu correspondente em latim ou grego latinizado, no nominativo, singular. Geralmente, este é o termo de onde deriva a respectiva palavra portuguesa. Deste modo, facilita-se a consulta de obras de taxonomia escritas em latim (a maioria das obras antigas) e também a redacção das descrições de taxa novos.

Os substantivos figuram com inicial Maiúscula, enquanto os adjectivos com minúscula, e estes sempre no singular e na sua forma masculina, mesmo quando se apliquem noutra declinação.
Incluem-se termos ecológicos frequentemente utilizados, bem como os respeitantes a métodos de polinização e disseminação, que são referidos em descrições detalhadas dos taxa.

= sinónimo; alguns termos possuem sinónimos sendo a sua definição dada apenas uma vez, naquele cujo uso é mais corrente.
(v) termo cujo significado pode ser encontrado no glossário (ver)
V. sugere-se a consulta de um termo relacionado (ver também)

Consulte também:
Coutinho, A. X. P. (1939). Flora de Portugal. Ed. 2. Bertrand: Lisboa.
Staern, W. T. (2004). Botanical Latin. Timber Press: Portland, Oregon, USA.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Atlas interactivo da Evolucão Humana online

Vídeos, textos e gráficos iterativos são os recursos para conhecer no Atlas da Evolução Humana. Este projecto, faz parte do trabalho da Nacional Geographic. Através de um menu, pode-se escolher a idade e ver migrações, glaciares, etc ...

Pode consultar AQUI.