Decorrerá na FLUP nos próximos dias 16, 17 e 18 de Maio um Workshop de Arqueologia Experimental organizado pelo Núcleo de Arqueologia da Universidade do Porto.
Em anexo segue o cartaz com todas as indicações pertinentes.
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segunda-feira, 14 de maio de 2012
Workshop de Arqueologia Experimental
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terça-feira, 24 de abril de 2012
Contribuição da Análise de Vestígios de Uso em Artefactos Líticos Para o Conhecimento das Sociedades Pré-históricas
Contribuição da Análise de Vestígios de Uso em Artefactos Líticos Para o Conhecimento das Sociedades Pré-históricas
Orientado por Ignacio Clemente Conte*
Sumário
- 1) Definição dos limites e das potencialidades da análise funcional das indústrias líticas pré-históricas para a caracterização económica das sociedades do Passado.
- 2) Articulação entre os estudos tipológicos e os resultados das análises de vestígios de uso.
- 3) Análise funcional e acesso ao conhecimento de práticas sociais de subsistência; exploração de recursos e tecnologia.
- 4) Experimentação de procedimentos técnicos e metodológicos.
- 5) Leitura de traços de uso.
Calendário e Horário: 11 e 12 de Maio/2012, das 14.00H às 18.00H.
Organização: Centro de Estudos Arqueológicos (CEA) do Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal (MAEDS)/ Assembleia Distrital de Setúbal.
Apoio: IAP Instituto de Investigação de Arqueologia e Paleociências das Universidades Nova e do Algarve, polo FCSH.
Destinatários: Arqueólogos e estudantes de Arqueologia; outro público interessado.
Inscrições: Nº. máximo de participantes: 12
Valor da inscrição: 45€
Local: MAEDS
Linha de Investigação em Povoamento e Sociedade Durante a Pré-história Holocénica e a Proto-história
Coordenação: Joaquina Soares**
*Investigador do Departamento de Arqueologia y Antropología. Institución i Fontanais, CSIC (Conselho Superior de Investigação Científica), Barcelona.
**Directora do MAEDS e Prof.ª de Pré e Proto-história na FCSH da UNL. Membro do IAP
Inscrições e informações:
Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal
Av. Luisa Todi, 162, 2900 Setúbal
Tel. 265239365/265534029 Fax. 265527678
terça-feira, 3 de abril de 2012
Stories Written in Stone
As far as raw materials go, chert and other knappable stone stand out as some of the most common materials in the archaeological record, and at some sites the only preserved material. They were used in almost every corner of the world, from the Palaeolithic up until today. Use of these materials even predates the appearance of our own species. Being so widespread both geographically as well as chronologically, this topic merits a global meeting of researchers to discuss and compare our findings.
This conference will cover all aspects of knapped stone raw materials from geological origin, to mining, usage, and laboratory analyses on these materials. Although we expect that there will be more focus on chert and other microcrystalline quartz varieties, we also encourage presentations related to other knappable materials such as obsidian, quartzite, rhyolite and others. Papers will be accepted on any culture or time period. Whether you are a field archaeologist, laboratory researcher, ethnographer or a modern day knapper yourself, come tell us your stories.
Main Sessions
The symposium will focus on two major themes: (1) the chaîne opératoire of knapped stone artefacts, and (2) auxilliary sciences related to lithics (in particular microcrystaline quartz).
Theme 1 - Chaîne opératoire
- Raw material exploitation strategies — mining and surface collecting
- Ancient lithic trade and economics
- Stone tool production and processing techniques
- Use-wear analyses — signs of usage on stone tools (a.k.a. traceology)
Theme 2 - Auxilliary sciences
- Microcrystaline quartz as a geological material
- Characterising lithic sources
- Lithotheques — collections of comparative raw materials
- Gemology — Microcrystaline quartz as a gemstone today and in the past
Sessions Proposals
We are pleased to invite proposals for themed sessions, round table discussions or workshops for the upcoming symposium. Sessions are invited on current issues and research in the field of microcrystaline quartz (knapped or otherwise) or knappable materials in general. Sessions may be specific to methodology, regional research, or any other theme.
More information
For more information, please visit the symposium website, or contact Otis Crandell (otis.crandell@ubbcluj.ro) or Vasile Cotiugă (vasicot@uaic.ro).
This symposium is organised by Arheoinvest – Interdisciplinary Research Platform in the Field of Archaeology, Faculty of History, "Alexandru Ioan Cuza" University of Iaşi, Romania
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quinta-feira, 29 de março de 2012
Seminario de Estudio de Materiales líticos y restos faunísticos - Abric Pizarro 2012
Entre los días 11 y 30 de junio de 2012 se llevará acabo un seminario de estudio de materiales líticos y restos faunísticos del yacimiento de Paleolítico medio Abric Pizarro (Vilamajor, Àger).
Los interesad@s en participar en este seminario deben ponerse en contacto vía e-mail adjuntando currículum arqueológico y breve explicación de las motivaciones para asistir a este seminario. Asimismo debe indicarse el interés por participar en el análisis de material lítico o de los restos faunísticos. Es recomendable tener experiencia en el tratamiento de material lítico o faunístico, aunque no es imprescindible para poder participar.
Para más información:
Interesad@s ponerse en contacto con:
Susana Vega Bolivar
Centre d'Estudis del Patrimoni Arqueològic de la Prehistòria
CEPAP-UAB
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
SEMINARIO DE ESTUDIO DE MATERIALES LÍTICO
Entre los días 30 de marzo y 15 de abril de 2012 se llevará acabo un seminario de estudio de materiales líticos de diversos yacimientos paleolíticos.
Los interesad@s en participar en este seminario ponerse en contacto vía e-mail adjuntando currículum arqueológico y breve explicación de las motivaciones para asistir a este.
Es recomendable tener experiencia en el tratamiento de material lítico, aunque no es imprescindible.
Para más información:
www.cepap.uab.cat
Interesad@s ponerse en contacto con:
cepap@uab.cat
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terça-feira, 27 de setembro de 2011
III Seminario de Tecnología Prehistórica: "La Talla Laminar: Métodos y Técnicas"
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Mais antigo complexo acheulense foi encontrado no Quénia
Ferramentas com 1,76 milhões anos têm mais 350 mil anos do que as que se conheciam
2011-09-01, in CienciaHoje
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| Os machados foram descobertos no Quénia |
A descoberta de machados de pedra acheulenses na mesma camada de sedimentos onde se encontram ferramentas mais primitivas pode indicar que hominídeos que fabricaram diferentes tecnologias terão coexistido.
Descobertas perto do lago Turkana, no Quénia, por uma equipa de paleontólogos e geólogos franceses e norte-americanos, as ferramentas terão sido talhadas por Homo erectus há 1,76 milhões de anos. Os mais antigos complexos desta indústria eram mais recentes em 350 mil anos. O estudo está publicado na «Nature».
As novas peças confirmam que aqueles hominídeos que se estenderam pela Eurásia e África há dois milhões de anos eram capazes de modelar grandes bifaces. O seu tamanho indica que poderiam ser utilizadas para descarnar animais de grande porte como os elefantes.
As ferramentas foram encontradas em Kokiselei, a poucos quilómetros do local onde a equipa de Richarg Leakey descobriu, em 1984, o esqueleto mais completo de um Homo erectus, conhecido como rapaz de Nariokotome (ou Turkana).
Os geólogos, dirigidos por Christopher J. Lepre, do Departamento de Ciências Planetárias e da Terra, da Universidade de Rutgers, dataram os sedimentos em função da polaridade magnética da Terra existente naquele momento.
Os investigadores destacam o facto de existiram ferramentas de duas tecnologias distintas (uma mais primitiva do que a outra) misturadas, o que pode significar que o Homo habilis e Homo erectus chegaram a viver na mesma época ou que os segundos utilizaram ambas as tecnologias conforme as suas necessidades.
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Earliest Signs of Advanced Tools Found
By JOHN NOBLE WILFORD
Published in The New York Times
One hallmark of Homo erectus, a forerunner of modern humans, was his stone tools, an advanced technology reflecting a good deal of forethought and dexterity. Up to now, however, scientists have been unable to pin a firm date on the earliest known evidence of his stone tool-making.
A new geological study, being reported Thursday in the journal Nature, showed that tools from a site near Lake Turkana in Kenya were made about 1.76 million years ago, the earliest of their ilk found so far. Previous dates were estimates ranging from 1.4 million to 1.6 million years ago.
Although no erectus fossils were found with the Turkana tools, a skull of that species was excavated last year in the same sediment level across the lake. This suggests that Homo erectus was responsible for these particular tools, which were made with what scientists refer to as Acheulean technology. The term connotes the type of oval and pear-shaped hand axes and other implements that were a specialty of early humans.
Leia mais em The New York Times
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| P. J. Texier/MPK/WTAP A study dates human tools like this ax to 1.76 million years ago. |
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segunda-feira, 13 de junho de 2011
Sidrón exportó piezas de sílex
Los investigadores harán un «exhaustivo» estudio a unas herramientas líticas que viajaron por la Cornisa Cantábrica.
Incidir en el estudio de la fábrica del Sidrón, los materiales líticos fabricados por los neandertales que habitaron la gruta piloñesa y para los que usaron el ya denominado sílex de Piloña. Read the rest of this entry »
terça-feira, 24 de maio de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Journal of Human Evolution. Los homínidos de Atapuerca usaban herramientas de hueso hace 350.000 años
Los homínidos que vivieron en la Sierra de Atapuerca hace 350.000 años fabricaron herramientas de piedra, pero también de hueso, según se desprende de un artículo publicado en la prestigiosa revista Journal of Human Evolution titulado Bone as a technological raw material at the Gran Dolina site.
Esta industria fue encontrada en las excavaciones realizadas en los años 2000 y 2001 en el nivel TD-10 del yacimiento Gran Dolina. «La importancia de este hallazgo es que se trata de los indicios más antiguos de la utilización de herramientas fabricadas con huesos. Es normal encontrarnos con industria realizada en hueso con la llegada del Homo sapiens en el Paleolítico Superior pero no de tanta antigüedad», apuntó Rodrigo Alcalde, responsable de Didáctica del Museo de la Evolución Humana (MEH) y autor del artículo junto a Jordi Rusell, Ruth Blasco, Gerard CLampeny, Leticia Menéndez, Eudald Carbonell (Instituto Catalán de Paleoecología Humana y Evolución Social), Carlos Díez del Laboratorio de Prehistoria de la Universidad de Burgos, Juan Luis Arsuaga (Centro de Investigación (UCM-ISCIII) de Evolución y Comportamiento Humanos) y José María Bermúdez de Castro (Centro Nacional de Investigación sobre Evolución Humana).
Además de encontrarse fragmentos de hueso que han sido retocados, se han hallado otros que han sido retocadores. «Los homínidos han cogido determinadas astillas de hueso y las han utilizado para retocar piedra. En lugar de utilizar piedra contra piedra, han usado un fragmento de hueso para golpear la piedra. En el hueso quedan unas pequeñas marcas, que se ven muy claras», añadió el investigador.
Según explicó Rodrigo Alcalde, los retocadores en hueso son muy comunes en yacimientos de neandertales, de 100.000 años en adelante, pero no en cronologías tan antiguas «Tenemos huesos cuyos bordes han sido transformados para crear un filo, que no sabemos para qué se usó, y otros huesos fueron utilizados como percutores o retocadores».
Los investigadores realizaron modelos experimentales en los laboratorios para estudiar las marcas. «Hemos golpeado el hueso para configurar los retoques y también hemos cogido huesos secos y frescos para comprobar cuál de los dos utilizaron los homínidos para retocar las piedras. Finalmente, hemos podido saber que fue con fragmentos de hueso fresco», añadió.
En opinión de Rodrigo Alonso, a partir de este descubrimiento se deberán estudiar de nuevo las marcas aparecidas en instrumentos encontrados en otros yacimientos para comprobar si se trata de un patrón más generalizado. «Igual se han achadado esas marcas a pisoteos de los animales sobre los huesos y no se les dio importancia. La idea es comprobar que el hueso fue utilizado como una materia prima para fabricar herramientas antes de lo que pensaba».
Primer artículo del MEH
Se trata de la primera publicación aparecida en una revista científica de prestigio mundial en la que colabora el Museo de la Evolución Humana (MEH), que este fin de semana recibió al visitante 200.000 desde su apertura el 13 de julio de 2010.
domingo, 3 de abril de 2011
Machados de pedra com mais de um milhão de anos encontrados na Índia

Alguns dos artefactos achados em Attiramapakkam
Datação é a mais antiga daquela zona e pode ajudar a perceber as migrações dos nossos antepassados
Bifaces da cultura acheulense com mais de um milhão de anos foram descobertos no sudeste da Índia. Estas são as ferramentas mais antigas encontradas até agora no sul da Ásia. As descobertas providenciam mais dados para se perceber a diáspora dos antigos hominídeos.
Shanti Pappu, o arqueólogo indiano responsável pelos trabalhos, explica que foram localizados mais de 3500 artefactos a sete metros de profundidade em Attiramapakkam, um dos sítios arqueológicos mais ricos do paleolítico (situado no estado de Tamil Nadu), descoberto em 1863 pelo geólogo britânico Robert Bruce Foote. O estudo está publicado na «Science».
Para datarem os artefactos, os investigadores fizeram medições electromagnéticas aos sedimentos que os cobriam. Percebeu-se então que os objectos tinham sido ali deixados antes da última inversão geomagnética. Juntamente com medições de isótopos de berílio e alumínio foram capazes de datar os objectos entre um milhão e 1,7 milhões de anos.
Os bifaces mais antigos encontrados fora de África encontram-se em Israel (Ubeidiya) e têm 1,4 milhões de anos. Os outros estão na China (800 mil anos) e no Paquistão (500 mil anos). Os investigadores consideram, à luz desta descoberta, que os objectos encontrados anteriormente no sul da Ásia deviam ser datados novamente.
A comunidade científica encontra-se dividida quanto à interpretação deste conjunto lítico. Citado pelo jornal espanhol «El Mundo», o arqueólogo inglês Robin Donnell, da Universidade de Sheffield, diz que o achado significa que esta tecnologia se estendeu pelo sul da Ásia centenas de milhares de anos antes do que pelo Levante e a Europa, onde este tipo de indústria tem apenas 500 mil anos.
Manuel Domínguez-Rodrigo, que investiga na Garganta de Olduvai, na Tanzânia, onde se encontra a tecnologia acheulense e a olduvaiense, lembra que o sistema de datação utilizado pode não ser totalmente fiável.
Para José María Bermúdez de Castro, director do centro espanhol do de Investigação e Evolução Humana, estes achados têm muita importância, pois pensa-se que terá sido pela Índia que os antigos hominídeos (homo erectus) traçaram a sua rota migratória até à Indonésia. Existe também a possibilidade de que esta tecnologia tenha surgido em paralelo neste período em várias zonas do planeta.
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domingo, 20 de março de 2011
Are you smarter than a Neanderthal toolmaker?
Archaeologists look into whether Neanderthals copied human tools or innovated their own designs
Neanderthals may have been pretty good at innovating tools. [Image Credit: Lígia Santos Rodrigues, flickr]
By Mary Beth Griggs | Posted March 7, 2011
Posted in: Life Science
Neanderthals may have been pretty good at innovating tools. [Image Credit: Lígia Santos Rodrigues, flickr]
By Mary Beth Griggs | Posted March 7, 2011
Posted in: Life Science
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sábado, 5 de março de 2011
Tecnología lítica. Como hacer un núcleo Levallois de lascas preferentes
Levallois en video. Proceso completo
Os dejamos una serie de vídeos sobre fabricación de planos preferenciales de salida, en tecnología Levallois. El tallador en cuestión ha trabajado con Bruce Bradley, se nota. Muy buena la parte 1, con numerosas imágenes comentadas (en inglés).
Pasos previos (utilización de un nódulo con geometría apropiada)
http://www.youtube.com/watch?v=maxNIfZ9X2o
Facetado y obtención de lascas desbordantes
http://www.youtube.com/watch?v=Ll7ajOVtxqQ
Los ejemplos
http://www.youtube.com/watch?v=srs6d36zbV0&feature=player_detailpage
Os dejamos una serie de vídeos sobre fabricación de planos preferenciales de salida, en tecnología Levallois. El tallador en cuestión ha trabajado con Bruce Bradley, se nota. Muy buena la parte 1, con numerosas imágenes comentadas (en inglés).
Pasos previos (utilización de un nódulo con geometría apropiada)
http://www.youtube.com/watch?v=maxNIfZ9X2o
Facetado y obtención de lascas desbordantes
http://www.youtube.com/watch?v=Ll7ajOVtxqQ
Los ejemplos
http://www.youtube.com/watch?v=srs6d36zbV0&feature=player_detailpage
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Curso livre de Análise de Indústrias líticas
Curso livre de Análise de Indústrias Líticas
13 a 15 de Dezembro de 2010
NAP - Universidade do Algarve
Dia 13.
14:30 – 15:00 horas - Recepção
15:00 – 18:00 horas - Aprovisionamento de matérias-primas (Xavier Terradas)
Dia 14.
9:00- 11:00 horas - Tecnologia e tipologia de indústrias paleolíticas e mesolíticas (Nuno Bicho)
11:00 – 13:00 horas - Tecnologia e tipologia de indústrias neolíticas e calcolíticas (António Carvalho)
13:00-14:00 horas - almoço
14:00 – 16:00 horas - Tecnologia e tipologia de indústrias macrolíticas (Telmo Pereira)
16:15 – 18:15 horas - Análise traceológica e funcional (Juan Gibaja)
Dia 15.
9:00 – 13:00 horas Talhe da Pedra – programa experimental (Antoni Palomo)
13:00-14:30 horas - almoço
14:30 – 16:30 horas - Talhe da Pedra – programa experimental (Antoni Palomo)
16:30 – 18:30 horas - Análise paleotecnológica e o método das remontagens (Francisco Almeida)
Pré-inscrição (30 Novembro)
A inscrição é paga em cheque (em nome Universidade do Algarve) no valor de 50€.
Mínimo para funcionar – 10 pessoas
Máximo – 20 pessoas.
Contacto:
Nuno F. Bicho nbicho@ualg.pt
domingo, 25 de abril de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
Catalunha em ambiente hostil há um milhão de anos
Estudo de sítio em Vallparadís revela que hominídeos do Pleistoceno Inferior estavam perfeitamente adaptados ao meio ambiente
O estudo de uma série de objectos líticos e de fauna encontrados na Catalunha (Terrasa) demonstra que aquele sítio foi habitado há um milhão de anos por hominídeos. A descoberta vem preencher a lacuna temporal que separa os hominídeos encontrados em Orce (com 1,3 milhões de anos) e o Homo antecessor, de Atapuerca, com 800 mil anos.
Os vestígios foram descobertos entre 2005 e 2007, quando obras de construção de uma estação de caminhos de ferros em Vallparadís destaparam o sítio. As escavações foram realizadas pelo Instituto Catalão de Paleoecologia Humana e Evolução Social (IPHES) e pelo Departamento de Pré-História da Universitat Rovira i Virgili (Terragona). Os resultados da investigação estão publicados no «Proceedings of the National Academy of Sciences».
Escavações em Vallparadís realizaram-se entre 2005 e 2007
(créditos: IPHES)
Na costa mediterrânea da Península Ibérica, há um milhão de anos, um hominídeo terá sobrevivido a um meio ambiente hostil graças a uma boa capacidade de adaptação. A fauna da época era composta por predadores como hienas e jaguares, com quem os hominídeos lutavam para sobreviver.
A escavação, dirigida por Joan Garcia e Kenneth Martinez, revelou que uma série de vestígios arqueológicos e paleontológicos do Pleistoceno Inferior. A indústria lítica de Vallparadís pertence ao Olduvaiense, a primeira e menos sofisticada das indústrias humanas. São seixos talhados que serviam para desossar e cortar carne.
Quanto à fauna, era composta maioritariamente por mamíferos herbívoros de grande porte, como cervídeos, equídeos e bovinos. Hipopótamos, elefantes e rinocerontes fazem também parte dos registos, bem como os carnívoros hienas e jaguares.
Quartzo talhado pertence à indústria do Olduvaiense
(créditos: IPHES)
É importante destacar que os restos dos animais herbívoros têm marcas de corte e de fracturas feitas por acção humana. Para os investigadores, este elemento é importante pois demonstra que os hominídeos tinham um acesso primário a estes cadáveres de animais em relação aos outros carnívoros.
Este terá sido o elemento-chave do sucesso adaptativo das primeiras populações ibéricas, já que lhes permitiu avançar com os recursos necessários para garantir a sua sobrevivência. Na verdade, o factor determinante que permitiu a sobrevivência a estes hominídeos que saíram de África foi terem uma dieta à base de carne.
Neste sítio, esses espécimes desenvolveram uma capacidade de adaptação tão grande que não eram selectivos na escolha da presa ou das matérias-primas com que produziam os utensílios. Esta estratégia de adaptação significa que os hominídeos não necessitariam de uma tecnologia muito avançada para explorar os recursos disponíveis.
Os investigadores acreditam que estas primeiras populações europeias sabiam como tirar partido das carcaças encontradas ao longo do rio, tornando-se assim grandes predadores e tomando o lugar dos grandes carnívoros no topo da cadeia alimentar.
In: Ciência Hoje, 2010-03-16
sábado, 23 de janeiro de 2010
2010 Annual Conference of the Historical Metallurgy Society will be on Accidental and Experimental Archaeometallurgy
K Conference 2-3 September 2010:
The 2010 Annual Conference of the Historical Metallurgy Society will be on Accidental and Experimental Archaeometallurgy.
It is intended that the conference will incorporate archaeometallurgical experiments as well as lectures on experimental archaeometallurgy. If you are interested in conducting an archaeometallurgical experiment and/or delivering a lecture please contact the conference organisers (see below).
The conference will be held over two days (2nd and 3rd September) at West Dean College, which is near Chichester in West Sussex. The lectures will be held in the College and the experiments will take place on adjacent college land. Overnight accommodation will be available at the college.
David Dungworth, English Heritage, Fort Cumberland, Portsmouth, PO4 9LD.
Tel 023 9285 6783. Email: david.dungworth@english-heritage.org.uk
Roger Doonan, Department of Archaeology and Prehistory, University of Sheffield, Northgate House, West Street, Sheffield, S1 4ET.
Tel 0114 222 2939. Email: r.doonan@sheffield.ac.uk
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Estudos funcionais recentes em matérias-primas alternativas ao sílex: avanços metodológicos e inferências arqueológicas”
Estão disponíveis online e em CD-Rom as actas do encontro internacional “Estudos funcionais recentes em matérias-primas alternativas ao sílex: avanços metodológicos e inferências arqueológicas” realizado em Maio de 2008 (23-25 de Maio) no Padrão dos Descobrimentos, financiado pelo Fundo de Apoio à Comunidade Cientifica da FCT e em parceria com o IGESPAR, I.P..
Organizadores
• Marina de Araújo Igreja
LAMPEA – UMR 6636 du CNRS (França), pos-doutoramento pela Fundação para a Ciência e Tecnologia no Centro de Arqueologia da F.L.L. (Uniarq)
• Ignacio Clemente-Conte
Laboratório de Tecnología Prehistórica, Departamento de Arqueología y Antropología, IMF-CSIC, Barcelona (Espanha).
São vários os métodos de registo e de análise do vestígio arqueológico desenvolvidos nos últimos 50 anos, os quais permitiram alargar o leque de inferências sobre as sociedades humanas da Pré-historia. A Traceologia em particular, consiste em determinar a função dos artefactos arqueológicos através da análise dos vestígios de utilização conservados nas suas superfícies. Tendo como método a arqueologia experimental e a observação ao microscópio, este tipo de estudo é complementar às restantes técnicas arqueológicas. Apesar de fundamental para a reconstituição dos modos de comportamento das sociedades do passado, nas suas componentes técnicas, económicas e sociais, a traceologia é uma área ainda pouco utilizada em Portugal.
Em muitos contextos arqueológicos os artefactos fabricados em pedra, constituem a principal fonte de informação sobre os sistemas técnicos, quando não a única, permitindo reconstituir uma parcela importante do comportamento das sociedades pré-históricas. Eles revelam uma multiplicidade de opções técnicas, desde a matéria-prima seleccionada às modalidades de exploração e de utilização adoptadas.
Os artefactos em sílex foram durante muito tempo os objectos preferencialmente estudados concentrando o interesse dos investigadores nas diferentes áreas disciplinares. Os utensílios fabricados em outros tipos de rochas como o quartzito, o quartzo, ou o basalto, por exemplo, foram negligenciados devido às características físicas destas rochas que dificultam o trabalho de leitura e de interpretação.
Assiste-se nos últimos anos a um interesse crescente pelo estudo de indústrias líticas fabricadas nestas matérias-primas, com a multiplicação dos trabalhos de investigação que contemplam não só a componente metodológica - desenvolvimento de técnicas de análise específicas para a observação destas rochas com o recurso a equipamentos microscópicos sofisticados variados – como também a de estudos de materiais arqueológicos – os resultados obtidos para os artefactos fabricados nestas rochas documentam esquemas operatórios originais e estratégias de gestão distintas das do sílex..
Resultados de um projecto de Pós-doutoramento financiado pela FCT sobre a traceologia dos artefactos de pedra lascada de contextos do Paleolítico Superior, motivaram a organização do encontro internacional “Estudos funcionais recentes em matérias-primas alternativas ao silex: avanços metodológicos e inferências arqueológicas” que teve lugar nos dias 23-25 Maio de 2008 no Padrão dos Descobrimentos, financiado pelo Fundo de Apoio à Comunidade Cientifica da FCT e em parceria com o IGESPAR. Este encontro pretendia fazer um balanço dos novos métodos disponíveis e dos resultados arqueológicos obtidos no âmbito de trabalhos recentes.
Tratou-se da 1ª reunião realizada em Portugal sobre este tema, com especialistas portugueses e estrangeiros convidados nas áreas da Tecnologia e da Traceologia. A publicação das actas, agora disponível gratuitamente em suporte digital (Internet e CD-Rom), é fundamental para os projectos de investigação que se encontram em curso em Portugal, permitindo completar os quadros de interpretação do papel desempenhado por estas matérias-primas nos contextos arqueológicos portugueses cujo conhecimento é ainda lacunar.
Citação bibliográfica das actas
CD-Rom
RECENT FUNCTIONAL STUDIES ON NON FLINT STONE TOOLS: METHODOLOGICAL IMPROVEMENTS AND ARCHAEOLOGICAL INFERENCES, 23-25 May 2008, LISBOA - Proceedings of the workshop [CD-ROM]. Lisbon (Padrão dos Descobrimentos): Marina de Araújo Igreja, Ignacio Clemente Conte, 2009. ISBN 978-989-20-1803-4.
Website
RECENT FUNCTIONAL STUDIES ON NON FLINT STONE TOOLS: METHODOLOGICAL IMPROVEMENTS AND ARCHAEOLOGICAL INFERENCES, 23-25 May 2008, LISBOA - Proceedings of the workshop [Em linha]. Lisbon (Padrão dos Descobrimentos): Marina de Araújo Igreja, Ignacio Clemente Conte, 2009, actual. 2009. Disponível em: http://www.workshop-traceologia-lisboa2008.com/. ISBN 978-989-20-1804-1.
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sábado, 25 de julho de 2009
As primeiras comunidades do Homem moderno no Algarve ocidental: caracterização paleotecnológica e paleoetnográfica das comunidades gravetenses ...
ORIENTADOR:
Doutor Nuno Gonçalo Viana Pereira Ferreira Bicho
TÍTULO DA DISSERTAÇÃO:
As primeiras comunidades do Homem moderno no Algarve ocidental: caracterização paleotecnológica e paleoetnográfica das comunidades gravetenses e proto-solutrenses de Vale Boi (Algarve, Portugal)
Provas para a obtenção do grau de Mestre em Arqueologia – Especialização em Teoria e Métodos da Arqueologia (2.º ciclo), pelo licenciado João Manuel Figueiras Marreiros.
DATA: Segunda, 27 de Julho de 2009 às 16:30
LOCAL: Campus de Gambelas - Sala 2.35 da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Doutor Nuno Gonçalo Viana Pereira Ferreira Bicho
TÍTULO DA DISSERTAÇÃO:
As primeiras comunidades do Homem moderno no Algarve ocidental: caracterização paleotecnológica e paleoetnográfica das comunidades gravetenses e proto-solutrenses de Vale Boi (Algarve, Portugal)
Provas para a obtenção do grau de Mestre em Arqueologia – Especialização em Teoria e Métodos da Arqueologia (2.º ciclo), pelo licenciado João Manuel Figueiras Marreiros.
DATA: Segunda, 27 de Julho de 2009 às 16:30
LOCAL: Campus de Gambelas - Sala 2.35 da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
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